Quem não sabe pensar acredita no que pensa.

Quem sabe pensar desconfia do que pensa, e põe-se a repensar…

E os ateus.. para onde vão?

Posted by teiversonalves em 22 de maio de 2007

Para o mesmo lugar que qualquer pessoa vai depois da morte, ao pó, debaixo da terra.
Muitas pessoas dizem que o ateu não tem fé, nem crê em nada. Mas seria isso verdade? Não, o ateu crê e tem fé. Não é uma pessoa muito diferente das outras, apenas não crê naquilo de que não haja nenhum indício. É pessoa que apenas precisa de alguma razão para acreditar em alguma coisa.

Quando o ateu toma um remédio que o médico indicou, ele o faz porque tem fé na eficácia do medicamento. Quando o ateu participa de uma competição, ele tem pelo menos um pouco de fé em si mesmo.

Eu não acredito nos contos de quem dizem ter vistos ETs, mas creio poder existir seres vivos em outros planetas, porque, assim como a vida se desenvolveu na Terra, pode ter-se desenvolvido em outro lugar que tenha condições favoráveis.

Eu nunca encontrei um dinossauro pelo caminho, mas não tenho dúvida de que eles tenham existido, porque os arqueólogos encontram seus ossos.

Eu creio que somos o resultado de um longo processo de evolução biológica, porque a arqueologia mostra fósseis humanos menos desenvolvido quando pesquisa passado bem remoto, e os cientistas vivem lutando contra os micróbios que se modificam constantemente.

Por outro lado,

Não consigo crer que este nosso mundo e todo o universo tenha sido feito em seis dias por um ser onipotente e onisciente, porque isso vai de encontro a todo conhecimento científico, e nada tenho de indício da existência desse criador.

Não creio o sol e a lua venha brevemente se escurecerem e as estrelas venha a cair sobre a terra, porque nada indica que o Sol possa perder sua energia abruptamente e as estrelas são milhares e até milhões de vezes maiores do que a Terra, sendo fisicamente impossível a queda daquelas sobre esta. E, conseqüentemente, como isso não pode acontecer, não poderá aquele que prenunciou isso aparecer agora nas nuvens acompanhado de outros seres chamados anjos para levar os que crêem nele para um outro lugar.

Não creio que após a morte eu possa ter alguma consciência, visto que um simples dano no cérebro tira a consciência do ser humano, sendo totalmente fora de lógica essa consciência que se abala por problema no cérebro voltar a existir normalmente quando esse cérebro é destruído.

Acho que o que temos de diferente dos religiosos é apenas uma forma mais racional de aceitar ou rejeitar as coisas, exigindo apenas um pouco de indício ou de lógica para adotarmos um pensamento.
Ah! Eu acredito em Deus, porém, sou agnóstico em relação a isso, acredito apenas através da fé.
Continua em sua imaginação…
ateu

10 Respostas to “E os ateus.. para onde vão?”

  1. Ítalo de Paula Pinto said

    Excelente artigo. Escrevi alguns artigos sobre o assunto no meu blog. Estarei por aqui mais vezes!

    Forte abraço.

  2. Derick Hedler said

    As grandes contradições estão abalando as estruturas do cristianismo:

    AVISO ÀS IGREJAS DO BRASIL
    Peço que tenham calma, pois o assunto que vou expor é bastante complicado. Já fui católico (infância) e protestante (adolescência), conheço em boa parte a Bíblia.
    Farei aqui um ataque à hipocrisia que separou de forma oculta o mundo atual e continua achando que sairá vitoriosa. Nesse meu exercício, que mais parece uma grande queda de braço, fui afrontado com a seguinte máxima: “A Bíblia é sagrada e ninguém pode contra ela”.

    Existe um grande escalão de sacerdotes do ocultismo que se camuflam de cordeiro e suas famílias receberam dedicatórias (homanagens) nas traduçõees da maioria das Bíblias. Hoje vou deixar um exemplo aqui: O nome Jesurum (que pertence a nobres famílias européias) entrou na Bíblia por volta de 1890 (idade contemporânea), só que nesta data os meios de comunicação eram muito precários. Como consequência muitas Bíblias não receberam o nome Jesurum, o que levou discórdia a muitos impressores, pois se tratava de um nome que não constava em nenhuma Bíblia antes de 1890, seja ela hebraica (Yeshurum), católica, protestante ou quaquer Codex antigo.
    O leitor que tiver 2 ou mais Bíblias, impressas em diferentes datas, como por exemplo, de JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA pode analisar a presença ou não de Jesurum em Dt 32:15, 33:5 e Is 44:2. Faça a comparação de uma Bíblia velhinha para uma Bíblia nova, observe as datas das diferentes impressões. Devo salientar que a obra que os Irmãos iram ver no link abaixo pertence a Biblioteca Nacional e foi escrita pelo o punho de João Ferreira de Almeida em 1681. Trata-se do capítulo 1 de Lucas. Almeida escreveu Elisabeth (Lc 1:5-7) hoje só se vê Isabel, nome que também começou a ser introduzido na Bíblia de Almeida (e muitas outras) por volta de 1890. Para conferir a obra rara clique aqui http://purl.pt/12730/1/P128.html

    AS TRADUÇOES SÃO CONFIÁVEIS?

    Niccolò Marlemi foi um dos primeiros tradutores da Bíblia para o idioma italiano e seu trabalho, concluído em Veneza, data de 1490 servindo de base para os cristãos falantes deste idioma. Nesta Bíblia é clara a presença do nome Iesu, com as flexões Iesus e Iesum.
    Em 1574 é feita outra tradução para o ITALIANO em Veneza e desta vez o nome introduzido foi Giesu (também com as flexões). Posteriormente o nome a configurar nas Bíblias em idioma italiano passa a ser Gesu (flex. Gesus e Gesum).
    Concluímos portanto que no mesmo idioma ITALIANO, de 1490 em diante, temos Iesu, Giesu e Gesu. Os defençores desta lambança dizem se tratar de traduções, mas o problema é que não existe tradução de ITALIANO para ITALIANO e nomes próprios não se traduzem, se transliteram (preservação dos fonemas). Para quebrar ainda mais este cristal os ESCRITORES CRISTÃOS do Século de Ouro do Enciclopedismo Europeu (q.v.), utilizando fontes do século XIII, citam Gesum (umas das flexões de Gesu) como o nome de uma arma gaulesa. Muitas armas gaulesas davam aos soldados uma lembrança da entidade ESUS http://www.chronarchy.com/esus/aboutesus.html a mesma entidade que foi encontrada em 1710 num altar debaixo da Igreja Católica de Notre-Dame. O mais comprometedor é que o nome IESUS só começa a aparecer por volta do ano 1200, ou seja, depois da iniciativa para a construção de Catedral de Notre-Dame (1163), pois antes nas Bíblias só se via os termos Ihs, Ihu, Ihus e Ihum. Conclusão: construíram Notre-Dame sobre o altar de ESUS, aguardaram um tempo e divulgaram o nome IESUS. Este nome Iesus pertencia a muitas famílias nobres medievais muito antes de ser introduzido na Bíblia. Apartir do século XV muitos hebreus são obrigados, POR LEI, a ter os nomes Iesu, Ieshurum, Iesurum, Bixorda, Morena entre muitos outros considerados uma afronta para os ensinamentos hebreus.
    Voltando mais no passado na Gália Belga temos o topônimo VOGESUS ou VOGESUM (lembrar de Gesum já descrito) citado como um monte no livro Bello Gallico (livro 4, capítulo 10) de César. Não podemos esquecer também do bispo BLAESUS que teve seu nome mudado para S. Braz. BLAESUS existiu muito antes de Iesus aparecer nas Bíblias. São todos nomes derivados de ESUS e não adianta fechar os olhos para isto. ESUS era cultuado na bruxaria junto com Cernunnos muito antes de 1450 (tempo da primeira grande caçada aos bruxos) e hoje a grande bruxaria só pode pronunciar Cernunnos aos iniciados. ESUS pertencia aos bruxos e não à Igreja, sendo assim a caçada aos bruxos foi inevitável.

    Com base nas provas existentes foram violados Mt 5:18 e At 4:12 em quase todas as Bíblias existentes.

    ELISABETH e ISABEL – Personagens distintas

    Segue agora uma seqüência com as BÍBLIAS ESPANHOLAS (ou castellanas, como queiram) que consultei:
    Bíblia Castellana em Linguagem Simples (2003), Castellana (2003), Dios Habla Hoy (Deus Fala Hoje) (1996), A Bíblia das Américas (1986, 1995, 1997), Nova Versão Internacional (1979), Reina-Valera (de 1960 e outra de 1995), Reina-Valera Antiga (de 1569 e outra de 1602) e Bíblia Castellana Latinoamericana (1972).
    Para aqueles que separam o ESPANHOL do CASTELLANO percebe-se claramente que nas versões acima temos as duas “línguas”.
    Das 10 versões acima citadas, todas têm o nome Elisabeth exceto 3:
    Bíblia Castellana em Linguagem Simples (2003), Dios Habla Hoy (1996) e Bíblia Castellana Latinoamericana (1972).
    Estas versões possuem o nome Isabel, são aparentemente recentes e têm o mesmo idioma das outras 7 versões. Trata-se de um segundo crime, pois desta vez, em determinas Bíblias dentro de um mesmo idioma houve a alteração de Elisabeth para Isabel. O pior é que se sabe que havia outro nome antes de Elisabeth. Voltando ao assunto vamos para as etimologias:
    -Elisabeth >> EL-ISA-BETH
    EL (Deus em hebraico moderno) + ISA (filho de ALAH, equivalente a Jesus) + BETH (casa em hebraico).
    -Isabel >> ISA-BEL
    ISA (filho de ALAH, equivalente a Jesus) + BEL (Baal, dono e senhor no hebraico).
    Como pode-se ver ISA é a única palavra em comum, o que torna os 2 nomes (Elisabeth e Isabel) bem diferentes. Este ISA foi introduzido no texto bíblico pelos antigos teólogos para tentar atrair uma parte do povo árabe.

    Conclusão: Por mais simples que sejam as alterações, não se deve pensar como uma simples banalidade. As Bíblias estão alteradas propositalmente e não adianta fechar os olhos para isto.

    RAINHA ISABEL DE PORTUGAL

    Isabel de Aragão nasceu no palácio de Aljaferia, na cidade de Saragoça, onde reinava o seu avô paterno D. Jaime I. Era filha de D. Pedro, futuro D. Pedro III, e de D. Constança de Navarra. A princesa recebeu o nome de Isabel por desejo de sua mãe em recordação de sua tia Isabel da Hungria, duquesa de Turíngia. O seu nascimento veio acabar com as discórdias na corte de Aragão, pelo que o seu avô lhe chamava “rosa da casa de Aragão”.
    Isabel faleceu a 4 de Julho de 1336, deixando em testamento grandes legados a hospitais e conventos. O povo criou à sua volta uma lenda de santidade, atribuindo-lhe diversos milagres e a santa foi canonizada em 1625.
    Muito depois destes eventos deu-se a introdução do nome de Isabel em algumas Bíblias. Antes dos resultados desta canonização o mesmo não era encontrado em nenhuma Bíblia, ninguém fazia menção da igualdade entre Elisabeth e Isabel e não existiam escritos sobre esta igualdade. Todos os escritos sobre a sinonimia entre Elisabeth e Isabel são muito posteriores ao evento da canonização de Isabel.

    Parece simples, mas é bastante para concluir que as Bíblias contêm erros que se caracterizam em alterações propositais.

    Autor: Ultov

  3. Derick Hedler said

    AVISO ÀS IGREJAS DO BRASIL – Capítulo 2

    A entidade Aesar é muito bem conhecida na cultura celta irlandesa, sendo citada em vários livros antigos e atuais.
    Trata-se do mesmo Aesus dos celtas ingleses e Esus dos povos galo-romanos. Os irlandeses estão a muito tempo acostumados com as formas Aesar, Aesus e Esus, as quais são bem difundidas na literatura celta deste país.
    Como seria então a tradução da Bíblia para o idioma irlandês?
    Em vista do grande conhecimento das entidades Aesar, Aesus e Esus pela maioria do povo irlandês, será que o Novo Testamento neste idioma poderia conter o nome Jesus? Resposta: NÃO.

    O nome em questão que consta no Novo Testamento em idioma irlandês é IOSA (em algumas versões, JOSA). Este assunto não é muito divulgado pelos missionários fora da Irlanda.
    Para quem não se interessa pela verdade fica muito satisfatória a notícia de que “um cristão irlandês anunciou a mensagem de Jesus num evento de seu pais”, o que é uma verdadeira mentira, pois os tradutores irlandeses evitaram o mesmo nome Jesus por ter origem profana.
    Ao citarem o nome Iosa os cristãos de outros idiomas dizem que Josa é um dos nomes de Jesus e conseqüentemente estes cristãos estão sendo induzidos ao erro em suas próprias Bíblias, pois Josa é filho de Amazias em I Cr 4:34 e não tem nada a ver com o dito cristão onde Jesus é sinônimo de Josué.

    O nome Aesar também era bem conhecido e usado pelos romanos e gregos. Como exemplo temos o Rio Aesar citado no verso 22 do livro 15 da obra Metamorfoses de Ovídio e no capítulo 12 do livro 6 da Geografia de Estrabão. Neste mesmo livro 6 da Geografia de Estrabão encontramos Iason (hoje Jason ou Jasão). Este Jason também andou comprometendo os textos bíblicos, mas muitos defensores do cristianismo dizem que não existe base para tal afirmação. A base desta afirmação existe junto com outras variações greco-romanas de Iason que são Iasus, Iasos, Iasi e uma forma primitiva Ias.
    Para que o leitor possa entender é necessário saber que o nome encontrado na Bíblia em idioma sirícaco é Iasua que deriva de Iasus. Os tradutores deste idioma não utilizaram Iasus por vários motivos sendo um deles devido ao fato da terminação SUS em siríaco significar cavalo (conforme as obras raras que consultei).
    Sabe-se também que Iasos, Iasus, Iasi e Ias (em raros casos) referem-se a uma mesma entidade do panteão grego que tinha o poder da cura, além de integrar os nomes das mais variadas famílias nobres grego-romanas antigas antes de Iasua ser introduzido na Bíblia.

    Em datas muito anteriores ao pré-cristianismo IAS passou a ser o nome de uma cidade de Ilíria (Estéfano de Bizâncio, historiador do século VI). Em relação à frase “datas muito anteriores ao pré-cristianismo” entendemos que a palavra IAS não existia no conteúdo bíblico, pois era parte integrante de alguns nomes no panteão grego.
    O grande advento do uso desta palavra se dá após o ano 200 A.D. quando IAS passa a ser um sufixo de sobrenaturalidade, ou seja, conforme o acordo clerical, um sufixo santo, ex.: IsaIAS e JeremIAS.

    Eu, Ultov, assino embaixo em tudo que escrevo neste texto e digo que tenho uma Bíblia traduzida para o francês da Escola Bíblica de Jerusalém de 1956. Nesta Bíblia encontrei dentre várias provas o nome BENAYAHU em II Sm 8:16. Na Bíblia atual (2007) em francês da mesma Escola Bíblica de Jerusalém encontramos BENAIAS no mesmo versículo de II Sm 8:16. Observe o que aconteceu de 1956 até a nossa atualidade em uma mesma Bíblia:

    BENA-YAHU >> BENA-IAS

    Muitos cristãos dirão que se trata de apenas um versículo, mas desta Bíblia de 1956 até a atual encontrei centenas de alterações, somando este e outros tipos.

    Para aqueles que acham que IAS não faz mal ou não significa nada, tenho uma resposta:
    A Bíblia latina preparada por Johannes Herbort em Seligenstadt, Hesse, Alemanha (30 de abril de 1484) possui um dicionário de termos bíblicos em suas páginas finais. Esta Bíblia foi feita com base na Vulgata Latina de Eusébio.
    Neste dicionário encontramos a palavra IAS e seu significado é DOMINUS (o atual Senhor). Esta é a prova de que a palavra IAS era de extrema importância nas alterações dos bispos católicos antigos. Para muitos este significado pode parecer simples (IAS = DOMINUS), mas não é nada bom ao se retratar At 4:12 nos textos sagrados anteriores a estas adulterações. Veja porquê:
    Para quem não sabe, existiam muitas famílias nobres romanas com o nome ou sobrenome de Domni, Domna e outros similares antes do termo Dominus ter o seu significado. Como exemplo importante temos Iulia Domna (atual Julia Domna, esposa do imperador Severo) que nasceu por volta de 170 A.D. na Síria, descendente de uma família de sacerdotes governantes de Emesa.
    Para se ter uma idéia maior do problema o feriado do dia 5 de junho na Irlanda é para comemorar o dia da Deusa celta Domna, conhecida como senhora de todas as pedras sagradas. Existem fatos antigos muito contundentes em relação à conexão que existia o nome Domna e os povos celtas. Podemos citar por exemplo o historiador antigo Dio Casio (150-225 A.D.) que documenta uma entrevista entre a nossa Julia Domna e uma mulher celta caledônia (região norte-britânica atual), onde o assunto em questão era o comportamento sexual das mulheres celtas.
    Diocleciano (imperador entre 284-305 A.D.) converteu o Princeps (Principado) em Dominus (Dominato) onde fixava que era governante absoluto à frente da burocracia (tornava-se Senhor e Deus).
    Sabemos que Diocleciano foi um tirano, mas a história de que perseguiu cristãos é grandemente absurda e hipócrita. Tente responder as seguintes perguntas:

    -Por que um título (Dominus), que era uma homenagem ao nome de antigas famílias galo-romanas, passou a integrar a tão famosa Vulgata Latina como título sagrado?

    -Se Diocleciano perseguia o clero (falsa afirmação), por que depois de sua morte o Dominus continuou a ser rezado por lei papal até 1973?

    -Se os cristãos traduziam com fidelidade os textos HEBRAICOS e eram caçados por Diocleciano, por que os cristãos da Patrística Pré-agostiniana tinham um movimento chamado ANTI-HEBRAÍSMO?

    -Se no Édito Perpétuo do Imperador Adriano (131 A.D.) continham leis que puniam com pena de morte aos hebreus que lessem a Torá em praça pública, por que os “cristãos” que traduziram com “fidelidade” a Bíblia HEBRAICA tinham um movimento chamado ANTI-HEBRAÍSMO?

    -Será que além do império impondo leis severas contra o HEBRAÍSMO tinha que ter também na Patrística Pré-agostiniana um movimento chamado ANTI-HEBRAÍSMO?

    -O leitor conhece a primeira letra do alfabeto hebraico?

    Agora darei um alerta aos lusófonos que pensam que a palavra Senhor pode ser usada com confiança:
    Exitiu em Hut-Ka-Pitah (nome antigo do Egito) um faraó chamado Iacob-Baal (Yacob-Baal, dinastia XVI) e sabe-se que por fora dos assuntos bíblicos os hebreus utilizam a palavra baal com o significado de dono, senhor ou marido e também para nomear uma entidade que dominava parte do povo hebreu, Baal. O que quero dizer é que os primeiros textos bíblicos não utilizavam, como sagrado, títulos que tivessem um uso faraônico no Egito, no caso em questão Baal. Este Baal foi introduzido, por exemplo, na Bíblia portuguesa como um título sagrado que acompanha o nome Jesus e o nome Deus. Trata-se da palavra SENHOR. É difícil de acreditar, mas é a pura verdade e isto aconteceu devido ao fato dos sacerdotes de Isis, Horus e Amen (atual Amon) dominarem todo o mundo antigo com a ajuda dos imperadores roubando entre outras coisas os primeiros textos sagrados.

    O assunto não é tão complicado assim, pois os fatos arqueológicos nos mostram em variadas dinastias egípcias líderes faraônicos com o prefixo SEN, como nos nomes Sen-en-mut, Sen-Saophis, Sen-Usert, Sen-nefer e muitos outros.
    É de conhecimento lingüístico que a palavra SEN em egípcio significa homem (no sentido de adulto). Sabe-se também que a dinastia ptolemaica mandou erguer um templo de adoração para a entidade OR que atualmente é conhecido como HOR e que é chamado pelos romanos de HORUS. Persebe-se que tanto a palavra SEN quanto a palavra HOR integram o conteúdo faraônico (dinastia ptolemaica). A entidade OR também era utilizada antes da dinastia ptolemaica.
    Se o Egito teve um faraó chamado YACOB-BAAL (YACOB-SEN-HOR), e outros que se chamavam SEN-EN-MUT, SEN-SAOPHIS, SEN-USERT e SEN-NEFER, por que não encontramos também um faraó que tenha o nome SENHOR (SEN-HOR) que em egípcio significa HOMEM DE HORUS.
    Os sacerdotes da mentira (bispos católicos antigos) fizeram com a maioria dos homens da Terra pronunciassem seus “mantras” de raízes ocultas através da guerra aos santos, vencendo-os e tendo poder sobre toda tribo, língua e nação (Apocalipse 13:7).
    Quem achar toda esta exposição banal e imaginar que Deus, Dios ou Teon não liga para tudo que tenho dito, este estará correto, mas estará pecando perante o Altíssimo Criador por concordar com a adulteração feita pelos sacerdotes da mentira. O julgamento que faço tem por base a própria Bíblia, em que a maioria de suas versões continuam a ser modificadas e cabe a cada um de nós descobrir qual é o Texto Verdadeiro.

    Autor: Ultov

  4. Derick Hedler said

    No texto abaixo o ex-cristão Ultov põe o cristianismo em um beco sem saída quando fala de Tácito:

    AVISO ÀS IGREJAS DO BRASIL – Capítulo 3

    – Os corruptores da história –

    Ao tentar-mos levantar as evidências mais antigas do nome Cristo em caráter messiânico, o primeiro conjunto de “provas” que conseguimos encontrar são papiros bíblicos neo-testamentários escritos em grego e copta. Estas “evidências” mais antigas situam-se por volta do tempo de imperador Sétimo Severo (200 A.D.), correspondendo ao período em que viveram os primeiros compiladores destas obras, um grupo seleto de bispos tradutores que se utilizaram dos primeiros textos que eram em suma hebraicos.

    O fato de serem textos do ano 200 A.D. põe estes escritos a uma considerável distância temporal até mesmo para o último livro original do Novo Testamento, que foi escrito no tempo entre os impérios de Nerva e Trajano (100 A.D.). Devido ao fato do ensinamento hebraico-messiânico ter sido passado aos bispos logo após a confecção do último livro da Bíblia, fica estranho “algo que lembre o nome Cristo” (que atualmente é tão famoso) só aparecer nas traduções bíblicas 100 anos depois do último livro original (conhecido atualmente como Apocalipse).

    Quando digo “algo que lembre o nome Cristo” quero dizer que nesses papiros em grego e copta é fato que só vemos XP, XPC ou XPI no lugar do nome Cristo. A explicação atual do cristianismo diz que são abreviaturas em grego ou copta de Cristo.

    Em relação aos nomes das letras temos: XP (Chi-Rho), XPC (Chi-Rho-Sigma) e XPI (Chi-Rho-Iota). Nestes papiros bíblicos que nos são apresentados pelo cristianismo e que são apelidados hoje de CODEX ou CÓDICES, estas abreviaturas permanecem até aproximadamente o ano 600 A.D., quando começa então a aparecer o nome Cristo, na íntegra, só em alguns papiros.

    Percebe-se claramente que é muito grande a distância entre o Messias e as primeiras ocorrências bíblicas do nome Cristo inteiro (600 anos).

    É sabido a existência de papiros bíblicos do século IV onde as abreviaturas XP e XPC evoluem para os nomes XAPA (KARA) e XAPAC (KARAS). Os nomes Kara (lê-se Karra) e Karas (lê-se Karras) são de origem egípcia e representam a entidade solar Ka-Ra que em língua egípcia significa Espírito (Ka) do Sol (Ra). Esta entidade pertence ao famoso culto solar dos antigos sacerdotes egípcios. Como evidência podemos encontrar um símbolo com as letras XP sobrepostas em uma parede no templo de Horus construído pela dinastia ptolemaica na cidade de Edfu (Egito).
    Um fato pouco comentado pelos cristãos é que Pachomius (um santo no atual catolicismo), que viveu entre os séculos III e IV na cidade de Edfu, se converteu para a religião de Constantino I (O Grande) no ano 312 A.D., exatamente no mesmo ano que Constantino I teve a sua famosa visão das letras XP sobrepostas no céu. Isto fortalece a idéia de que Pachomius levou o símbolo XP (Chi-Rho) do templo de Edfu para Constantino I, uma vez que Constantino não teve esta visão antes deste fato.
    Como vemos acima a primeira revelação da abreviatura XP nos textos bíblicos foi XAPA que é exatamente a entidade egípcia solar Ka-Ra. Se o leitor ainda não está acreditando, este ocultismo ocorre simplesmente porque os líderes cristãos foram muito seduzidos pelas riquezas dos grandes reis do passado e adulteraram as Bíblias conforme a vontade dos mesmos reis.
    Como pistas da introdução de Ka-Ra nas escrituras temos o exemplo de algumas Bíblias do oriente europeu que receberam o nome Karas e que têm este nome até hoje. Outro exemplo é o da Bíblia em idioma MAORI, elaborada pelos anglicanos, onde temos o nome IHU KARAITI.

    Confore o exposto acima temos provas da introdução da entidade Kara nas Bíblias antes e depois da aparição do nome Cristo nas mesmas, ou seja, nas “traduções dos bispos” o primeiro nome que aparece evoluindo da abreviatura XP é Kara e não Cristo.
    Além de tudo isto, nas inscrições das pedras gregas e romanas é grande a ocorrência dos nomes Crestus, Cresimus, Crysus e outros nomes muito similares a Cristo antes do nascimento de Messias, ou seja, se o segundo nome atribuído ao Messias fosse realmente Cristo, isto teria acontecido logo nos 3 primeiros séculos, pois o nome Crestus e os seus similares já existiam nas famílias nobres gregas e romanas fora do conteúdo bíblico.
    Este Cristo teve sua introdução no lugar de Kara nos escritos bíblicos por volta do ano 600 A.D. e isto aconteceu por vontade dos LÍDERES GODOS e VISIGODOS, o que compromete ainda mais a verdadeira origem do nome Cristo, pois é sabido que estes líderes eram grandemente idólatras e profanos.

    Os cristãos atuais enchem a boca ao dizerem que os mesmos líderes godos e visigodos se converteram a Cristo, mas conforme as provas acima citadas, no tempo destes líderes só existiam nas Bíblias principalmente os nomes Kara e Karas. Então como estes líderes profanos aceitaram a Cristo? Como eles aceitaram um nome que não estava nas Bíblias?
    Como se não bastasse, conforme algumas provas arqueológicas, existiam um pouco antes de Teuderico II (612-613 A.D.) entre os godos e visigodos de família nobre, indivíduos que possuíam o nome Cristo, ou seja, nobres que tinham o nome Cristo antes do mesmo ser introduzido nas Bíblias. Fica clara aqui uma homenagem feita às grandes famílias nobres góticas e visigóticas que possuíam indivíduos com o nome Cristo, no qual o mesmo nome foi introduzido nas Bíblias.

    Os primeiros dicionários cristãos onde aparece o vocábulo Cristo com o significado de Ungido são muito posteriores ao aparecimento do nome Cristo (inteiro) nos escritos bíblicos, fenômeno que põe em evidência uma manipulação dos clérigos sobre a história real dos fatos. Para quem ainda não entendeu basta saber que os primeiros líderes do clero ditavam a própria gramática da maior parte do mundo europeu, tornando absolutamente fácil qualquer tipo de adulteração.

    Procurei levar estes fatos ao conhecimento de alguns cristãos conhecidos meus, incluindo teólogos e pastores e com isto levantei uma pequena pesquisa. Fui muito criticado e aqueles que foram mais aptos a um debate, disseram quase sempre a mesma frase quando o assunto tendia para o lado histórico das datações. A frase que mais ouvi foi a seguinte:

    “A história é incerta, sempre foi manipulada por grandes homens que não queriam saber de Cristo e com isto ocultaram seu nome. Sendo assim não pode ser usada para medir a Bíblia”.

    À primeira vista esta frase parece imbatível e conforme um levantamento que realizei com fontes atuais e algumas obras raras, este tipo de pensamento não é novo, pois era vigente em quase toda a Idade Média.

    Porém não faz muito tempo que alguns cristãos, principalmente os líderes, assumiram um pensamento completamente diferente. Estes líderes e estudiosos cristãos estão se utilizando de obras como Tácito, Flávio Josefo, Suetônio e alguns outros historiadores antigos, todos não cristãos, para afirmar a historicidade dos nomes Cristo e Jesus. Isto passou a acontecer depois que os líderes cristãos (católicos e protestantes) foram chamados, pelos descrentes, para apresentar pelo menos algumas provas da ocorrência dos nomes Cristo e Jesus nos textos bíblicos antigos. Foi desta forma que principalmente a igreja católica (dona das Bíblias mais antigas) começou a expor os antigos textos bíblicos para provar a existência de tais nomes. Os textos mais antigos que os cristãos expuseram sempre continham o que eles chamam de abreviaturas e acrósticos e nunca os nomes Cristo e Jesus na íntegra. Isto não resolveu o problema dos descrentes, pois o nome Iesus, por exemplo, só aparece nos escritos bíblicos por volta do tempo do papa Inocêncio III (1200 A.D.), que é um verdadeiro absurdo devido ao fato deste mesmo Iesus aparecer como um nobre nos escritos ibéricos celtas de Tarragona (Espanha) 116 anos antes do nascimento do Messias. A forma mais corriqueira deste nome entre os escritos celtas desta época era Ieso, sendo que o alfabeto utilizado era o ibérico.
    Foi aí que para resolver este e outros impasses os grandes cristãos começaram a anunciar que alguns historiadores não-cristãos continham em suas obras os nomes Cristo e Jesus.

    TÁCITO

    Em relação a Tácito é fato comprovado que além de historiador latino foi questor, pretor (88 A.D.), cônsul (97 A.D.), pro – cônsul da Ásia (aproximadamente 110-113) e orador. Foi sem dúvida um homem de muita importância para o império romano.

    Na obra de Tácito intitulada Anais, escrita por volta do início de império de Adriano (117 A.D.), exatamente no livro 15.44, são utilizadas no texto as palavras CRISTÃOS e CRISTO.

    Sabendo que os Anais foram escritos por volta do ano 117 A.D. por um romano nato (Tácito), temos então uma verdadeira revolução cristã:

    -Conforme as evidências atuais, o cristianismo talvez seja a única organização que passou a traduzir os nomes próprios.

    -Tácito foi o primeiro a traduzir do hebraico para o latim duas palavras decisivas para a fé dos cristãos atuais – CRISTÃOS E CRISTO.

    -O nome Cristo com ar de Messias aparece primeiro em um livro romano não-bíblico.

    -Com o grande romano Tácito pondo o nome Cristo na íntegra em seu livro no ano 117 A.D., passa a ser mentira a história de que o império ocultou o nome Cristo.

    -Só por intermédio do grande romano não-cristão Tácito é que o cristianismo pode respirar aliviado, pois este historiador usa em seu livro (117 A.D.) primeiro o nome Cristo e não Kara, salvando a história do cristianismo.

    É perfeitamente óbvio que nada disto aconteceu, pois estas pseudo-provas atribuídas a Tácito não passam de um verdadeiro desespero para tentar reduzir o tempo que separa o nome hebraico verdadeiro do vocábulo Cristo. Da forma em que se encontram as tendências parece que os grandes cristãos estão tentando apagar de uma vez por todas o nome original, que transliterado tem como inicial a letra M, mas que não se trata da palavra Messias.

    De acordo com as provas, fica entendido aqui que os líderes cristãos alteraram o livro de Tácito assim como muitos outros livros históricos. A história é sempre contada pelos mais fortes.

    Depois desta verdadeira desordem, aquele que concordar com tais absurdos introduzidos pelos líderes e estudiosos cristãos nos livros, será considerado como cúmplice desta sociedade secreta conforme todas as provas aqui expostas.

    Mas se o motivo do erro for por falta de conhecimento, leia Oséias 4:6.

    Autor: Ultov

  5. fatima said

    Teiverson

    Olá novamente!

    Uma frase neste texto me chamou a atenção:

    “Quando um ateu toma um remédio que o médico lhe indicou, o faz pq tem fé na eficácia do medicamento”.

    Isso pode não ser inteira verdade. O ateu (mencionado) pode tomar dito remédio por saber que foi ele submetido a experimentos que comprovaram sua eficácia.

    Por outro lado, entendi sua colocação/posição, no que se refere à fé sem justificativa: para mim, a fé tem de se auto-sustentar, não pode depender de elementos externos para sua existência.

    Abraços!

    :)

  6. Jessica said

    Então quer dizer que vcs não acreditam em céu, em Deus e nem nada relacionado a ele?
    Então me explica uma coisa “Senhor espertinho”, se a terra não foi criado por Deus, que a criou então? Se o homem vem do macaco, por que os macacos pararam de evoluir? Olha eu acredito em Deus, e acredito em tudo o que está escrito na BibLia. Não descrimino os ateus, só acho uma tremenda ignorancia, olhar a imensidão do céu, do oceano, matas e florestas e acreditar que tudo isso veio simplesmente de um “Big Ben”…

    A BibLia nos relata claramente tudo o que está acontecendo na terra, e em cada citação posso dar um exemplo bem claro de de cada uma.
    -> Guerra pra todos os lados.
    Israel, Iraque, India e tantos outros países estão em guerra.

    (Marcos 13:7) “E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim.”

    -> Tremores de terra e fome.
    Não sei se vcs perceberam mas até no Brasil já teve terremotos…
    A fome aperta cada vez mais na Africa e até mesmo aqui no Brasil lá no Nordeste.

    (Marcos 13:8) “Porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes e tribulações. Estas coisas são os princípios das dores.”

    -> Pai contra filho
    Lembra do caso da Isabelle Nardoni? Não preciso dizer mais nada né?

    (Marcos 13:12) “E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai ao filho; e levantar-se-ão os filhos contra os pais, e os farão morrer.”

    A biblia nos afirma em Apocalipse cap 21 e versiculo 8:
    Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.

    Acho que vocês entenderam bem a parte do incredulos né?

    Aceitam a Jesus como seu unico e suficiente Salvador antes que seja tarde demais.
    Jesus o ama a todos nós!

    • FRANK said

      OS ATEUS ACREDITAM EM UMA NATURAZA NA QUAL SENDO ELA ARTE REPLETA DE DEUS, POIS SE A NATUREZA É UMA ARTE DE DEUS O GENÉRO HUMANO É UMA OBRA DA NATUREZA.

  7. Brock said

    JESUS CRISTO: NOSSO ÚNICO SENHOR E SALVADOR

  8. nildo said

    Eu gostaria de saber porque essas pessoas são tão religiosas e ficam assessando nosso site.Se eles têm tanta fé, porque não deixam seus comentários nos sites religiosos?

  9. Bruno said

    Recado pra jéssica(de cima) vc é uma idiota os seres passaram por uma evolução e não foram criados por seres imaginarios!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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