Quem não sabe pensar acredita no que pensa.

Quem sabe pensar desconfia do que pensa, e põe-se a repensar…

Drogas x Sexo

Posted by teiversonalves em 28 de maio de 2007

Sexo é uma expressão da humanidade, é, apesar de aspectos inatos, todo o comportamento sexual no ser humano é aprendido e muitas vezes mal aprendido.
sexo
O comportamento sexual humano é complexo e variado, pois seu aprendizado não é formal. O sexo sempre foi utilizado como meio de repressão das pessoas em termos sociais, sendo proibidos em determinadas variações através de leis e religiões. O comportamento sexual é regido pela lei do homem.
Afora as questões morais sobre sexo e drogas podemos pensar sobre os efeitos negativos das drogas na vida sexual.
A maconha além de ser letárgico pode ser causador de esterilidade, ebaixa o nível de espermatozoides e tira o desejo.
O efeto da cocaina é iníbida para o desejo sexual em si. Ela pode diminuir a ereção, conduzindo para a impotência.
Os mesmos efeitos devem ser esperados pelo crak. Apesar disto há homens que continuaram com os atos sexuais mesmo não ejaculando e nem mesmo tendo prazer orgástico.
A heroína traz efeitos letárgicos e sensações de prazer sem a necessidade do ato sexual.
As drogas que causam alucinações traz um efeito que não está ao alcance dos sentidos sexuais. Assim é o lsd, que também é um possível causador de impotência.
Quanto mais uma pessoa estiver ansiosa mais tabaco fumará. Homens e mulheres terão maiores dificuldades sexuais.
O álcool, tão usado socialmente , com algumas doses a impotência é sempre comum, aumenta a dificuldade de sentir orgasmo.
Com relação aos jovens, o uso de drogas é muito pior sobre o sexo. Nos jovens o sexo é muito importante por ser neste momento iniciado. Qualquer interferência com o início da vida sexual somente prejudicará a vida sexual futura.
O jovem se drogando e se alcolizando, adicionará problemas na sua vida sexual. As drogas que serão usados por esses jovens trará conflitos para a sua vida moral, mental, social, sexual e física.
As drogas serão sempre usadas como fuga de realidade, para não enfrentar os problemas do dia-a-dia…
droga

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Curiosidades

Posted by teiversonalves em 25 de maio de 2007

Por que o céu é azul?

Quando a luz atravessa um meio, ela é espalhada pelas partículas do meio. Quando o Sol está alto, a sua luz atravessa uma fina camada da atmosfera. Essa camada não é suficientemente espessa para esgotar muito o azul da luz do Sol. No final da tarde, no entanto, a luz do Sol poente incide obliquamente na atmosfera e segue um caminho muito maior no ar. Espalha-se mais o azul, ficando apenas o vermelho.

De acordo com Lord Reyleigh, ele determinou que a potência dispersa é proporcional à quarta potência da freqüência, ou seja, inversamente proporcional à quarta potência do comprimento de onda. Sendo a luz vermelha de comprimento 6500 angstrons e da luz azul de 4500 angstrons a relação entre elas é de 65/45 = 1,44. Elevando à quarta potência, obtemos 4,3. Isto significa que a luz azul se dispersa em torno de 4 vezes mais efetivamente que a luz vermelha. Por isto o céu é azul.
céu

Por que os ventos nos fazem sentir mais frio em um dia frio?

A primeira razão por que sentimos mais frio em um dia de vento resulta do fato de que a camada envolvente de ar aquecido pelo corpo é desalojada rapidamente por nova porção de ar. Quanto mais forte o vento, tanto maior a massa de ar que entra em contato com a pele, consequentemente, tanto maior é a quantidade de calor que o corpo perde para o ar. Existe uma outra razão. Nossa pele sempre elimina um pouco de umidade, mesmo quando o ar está frio.
Para transpirarmos, precisamos estar aquecidos. Este aquecimento deriva-se de nosso corpo e da camada envolvente de ar. Quando o ar está parado, a transpiração é lenta, pois a camada de ar adjacente à pele está ainda saturada de camada de vapor – e com ar úmido, a evaporação não é tão intensa. Mas quando o ar circundante está em movimento e novas porções sucessivas entram em contato com a pele, a transpiração não é abundante, requerendo muito calor, que retira do corpo.
vento

Por que a neve é branca?

A neve tem a cor branca pela mesma razão que parece branco o vidro moído e, em geral, todas as substâncias transparentes quando são trituradas. Isto acontece porque os raio de luz, ao penetrarem nos diminutos pedaços de gelo transparentes, não passam através dele, mas se refletem, nos limites das partículas de gelo com o ar (relfexão interna total) e, a superfície que dispersa desordenadamente em todos os sentidos os raios de luz que incidem sobre ela, aparece, para o olho, como branca.
neve

Por que se utiliza o sinal vermelho como sinal de parada de trafego?

Os raios de luz vermelha, como raios de maior comprimento de onda, dispersam-se menos nas partículas suspensas no ar do que as outras cores. Por esta razão, os raios de luz vermelha podem ser vistos a uma distância maior.
sinal vermelho

Onde surgiu o Homo sapiens?

Há duas hipóteses de onde essa espécie teria surgido, a hipótese da monogênese africana e a hipótese multirregional. A primeira sugere que H. sapiens teria surgido unicamente na África, depois espalhou-se e substituiu as outras espécies de hominídeos viventes (sem hibridização). A grande maioria (99,9%) dos pesquisadores aceitam esta teoria. A segunda hipótese (praticamente enterrada) sugere que H. sapiens teria surgido em vários lugares ao mesmo tempo, a partir de espécies arcaicas. Mas para esses pesquisadores, todas as espécies após H. erectus seriam subespécies de H. sapiens. Crânio alto e curto (capacidade de 1400 cm³), presença de queixo, ausência de prognatismo e substituição do torus supraorbital pela arcada superciliar são características desta espécie.
homo sapiens

O que é a camada de ozônio?

Devido à alta reatividade, a concentração de ozônio é resultado de um equilíbrio entre a sua produção e destruição, gerando camadas de alta e baixa concentração que atingem níveis máximos numa faixa de 30 Km de altura, chamada Camada de Ozônio. Está situada na estrastosfera, entre 15 e 50 Km , formando um escudo protetor natural da Terra, contra as radiações UV provenientes do Sol. Quando os raios UV incidem sobre uma molécula de ozônio, esta energia extra rompe as ligações entre os átomos, liberando uma molécula de O2 e um átomo de O livre.

O3(g) + hn –> O(g) + O2(g)

Nesta reação perceb-se que o Ozônio é consumido naturalmente como também é produzido na presença de um catalisador, havendo um equilíbrio.
camada de ozônio

Por que a água apaga o fogo?

Logo que a água entre em contato com o objeto em chamas, a água se transforma em vapor. Para transformar a água em vapor, o objeto perde calor. Primeiro o objeto cede calor para a água provocando um aumento em sua temperatura ( denominamos este calor de calor sensível. Para a água é de 1 cal/g C); depois, a água entre em ebulição e se transforma em vapor ( denominamos de calor latente de vaporização. Para a água é de 500 cal/g). Assim, a água acaba esfriando o corpo aquecido. Como o vapor produzido ocupa um espaço centenas de vezes maior em volume do que a água que o produziu, ele envolve o objeto e impede a renovação do ar. Sem o ar a combustão é impossível. Estes processos ocorrem simultaneamente.

Essas são curiosidades que as vezes passam despercebido, e que muitas vezes caem em vestibulares. enfim, qual a sua curiosidade?

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A arte no Egito antigo

Posted by teiversonalves em 23 de maio de 2007

Entre os meses de maio e julho a cidade de São Paulo será palco da exposição pioneira. Trata-se da mostra “A Arte no Egito no Tempo dos Faraós”, em que pela primeira vez estarão expostas no Brasil 56 peças da milenar civilização do Egito Antigo, trazidas diretamente do acervo do Museu do Louvre em Paris.
egito
A exposição faz um panorama da arte durante 3.000 anos de uma das primeiras civilizações da história.
Inserido no contexto do Modo de Produção Asiático, o Egito antigo conviveu com as outras civilizações localizadas nas proximidades do Mediterrâneo Oriental consideradas as primeiras da história, como as que se desenvolveram na Mesopotâmia e na Palestina, além de fenícios e persas.
O estudo da história egípcia nos tempos modernos, começou com a descoberta da pedra de Rosetta e a interpretação dos hieróglifos pelo historiador francês Jean François Champollion (1790-1832), que em 1826 pediu ao rei Carlos X, da França, para começar uma coleção de antiguidades egípcias no Louvre, que hoje conta com mais de 60 mil itens.
desenhos
A evolução política do Egito tem como antecedente a formação dos nomos (pequenas unidades políticas formadas pelas comunidades sedentarizadas nas margens do rio Nilo), que se unificaram formando dois reinos distintos no sul e no norte.
Por volta de 3200 a.C. o faraó Menés conseguiu unificar os dois reinos, estabelecendo a capital em Tinis, o que marca o início da fase do Antigo Império Egípcio. Nessa fase, entre 2700 e 2600 a.C., foram construídas as gigantescas pirâmides de Gizé, atribuídas aos faraós Queóps, Quefrém e Miquerinos e a capital do império foi transferida para Menfis.
Após um breve período em que perderam parte do poder para os nomarcas, os faraós voltaram a se fortalecer, iniciando o Médio Império, que partindo da nova capital Tebas, conquistou a Palestina e a Núbia. Esse período é também marcado pela chegada dos hebreus em 1800 a.C. e pela invasão dos hicsos, que dominaram o Egito até o início do Novo Império em 1580 a.C.

LOCAL E DATA DA EXPOSIÇÃO
Museu de Arte Brasileira da FAAP,
Rua Alagoas, 903
De terça a sexta, das 10h às 21h.
Sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h.
Entrada gratuita

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E os ateus.. para onde vão?

Posted by teiversonalves em 22 de maio de 2007

Para o mesmo lugar que qualquer pessoa vai depois da morte, ao pó, debaixo da terra.
Muitas pessoas dizem que o ateu não tem fé, nem crê em nada. Mas seria isso verdade? Não, o ateu crê e tem fé. Não é uma pessoa muito diferente das outras, apenas não crê naquilo de que não haja nenhum indício. É pessoa que apenas precisa de alguma razão para acreditar em alguma coisa.

Quando o ateu toma um remédio que o médico indicou, ele o faz porque tem fé na eficácia do medicamento. Quando o ateu participa de uma competição, ele tem pelo menos um pouco de fé em si mesmo.

Eu não acredito nos contos de quem dizem ter vistos ETs, mas creio poder existir seres vivos em outros planetas, porque, assim como a vida se desenvolveu na Terra, pode ter-se desenvolvido em outro lugar que tenha condições favoráveis.

Eu nunca encontrei um dinossauro pelo caminho, mas não tenho dúvida de que eles tenham existido, porque os arqueólogos encontram seus ossos.

Eu creio que somos o resultado de um longo processo de evolução biológica, porque a arqueologia mostra fósseis humanos menos desenvolvido quando pesquisa passado bem remoto, e os cientistas vivem lutando contra os micróbios que se modificam constantemente.

Por outro lado,

Não consigo crer que este nosso mundo e todo o universo tenha sido feito em seis dias por um ser onipotente e onisciente, porque isso vai de encontro a todo conhecimento científico, e nada tenho de indício da existência desse criador.

Não creio o sol e a lua venha brevemente se escurecerem e as estrelas venha a cair sobre a terra, porque nada indica que o Sol possa perder sua energia abruptamente e as estrelas são milhares e até milhões de vezes maiores do que a Terra, sendo fisicamente impossível a queda daquelas sobre esta. E, conseqüentemente, como isso não pode acontecer, não poderá aquele que prenunciou isso aparecer agora nas nuvens acompanhado de outros seres chamados anjos para levar os que crêem nele para um outro lugar.

Não creio que após a morte eu possa ter alguma consciência, visto que um simples dano no cérebro tira a consciência do ser humano, sendo totalmente fora de lógica essa consciência que se abala por problema no cérebro voltar a existir normalmente quando esse cérebro é destruído.

Acho que o que temos de diferente dos religiosos é apenas uma forma mais racional de aceitar ou rejeitar as coisas, exigindo apenas um pouco de indício ou de lógica para adotarmos um pensamento.
Ah! Eu acredito em Deus, porém, sou agnóstico em relação a isso, acredito apenas através da fé.
Continua em sua imaginação…
ateu

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Misteriosa Atração

Posted by teiversonalves em 22 de maio de 2007

Vídeo um pouco antigo, mas muito bom. E como eu gosto muito, vou compartilhar com vocês aqui.
Salve, Salve Natiruts! Saudade Isabela Rocha…

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Dreadlock: Saiba mais

Posted by teiversonalves em 21 de maio de 2007

O Dreadlock é uma forma de se manter os cabelos que se tornou mundialmente famosa com o movimento rastafari, consiste em bolos cilíndricos de cabelo que aparentam “cordas” pendendo do topo da cabeça. Os dreadlocks também podem ser chamados de Locks, ou simplesmente Dreads.

História
Ao contrário do que se pensa, os DreadLocks não nasceram com o movimento rastafari e com Bob Marley, o uso de dreads é tão antigo que se torna impossível datar corretamente quando começaram a ser utilizados.

Mas o que se sabe é que povos que habitavam a região da Índia foram provavelmente os primeiros a se utilizar dos locks principalmente por uma questão de praticidade: os cabelos tornavam-se longos e era extremamente difícil corta-los, então, deixavam que se enrolassem e com o óleo natural do couro cabeludo torciam os cabelos para que conservasem uma forma cilíndrica, que diminuía o volume e tamanho do cabelo original.

Porém os Dreadlocks tornaram famosos com o movimento rastafari. Os Rastafaris não cortam ou penteam os cabelos, pois assim está escrito na Bíblia em Levítico 19: 27, e como forma de protesto contra a Babilônia ( o Sistema , um conjunto de idéias e valores que mantêm os indivíduos alienados e escravos mentalmente)e seu padrão de Beleza imposto pelas Classes Dominantes, Burguesia.

Higiene
É fato que na época em que surgiram representavam um sério risco de higiene, a se tratar pelos padrões de hoje, mas atualmente esta concepção não é absoluta, sendo a higiene comparada à pessoas sem os Dreadlocks.

Existe, assim como com qualquer cabelo, quem tenham os Dreads limpos, e quem os tenha sujos. Isso é apenas uma questão de gosto do usuário, pois apesar de acarretar mais trabalho por parte do dono do cabelo, mante-los limpos e lava-los todos os dias é plenamente possível, e inclusive praticado por grande parte dos adeptos deste estilo.
Tratar de dreads em pouco difere do trato de cabelos normais, porém é preciso tomar um cuidado especial em secar o cabelo, pois a humidade pode gerar um acúmulo de fungos que causam o mau cheiro.

Preconceito
Talvez por fugir drásticamente dos padrões de beleza adotados pela maioria da população ou talvez pela associação do estilo ao consumo de cannabis, o usuário de Dreads sofre um imenso preconceito na maioria dos Países.

O adepto deste estilo normalmente tem severos problemas para conseguir emprego, e quando o trabalho exige relação direta com o cliente é praticamente impossível conseguir a vaga. Esta tendência de pré-julgar o usuário de dreads mostra-se mais forte em sociedades com baixo nível cultural e educacional. Em países europeus como por exemplo a Suíça freqüentemente vê-se pessoas utilizando dreads, pois o respeito a outras culturas é muito mais forte por lá.
É bom lavar com água sanitária também, pois sua fórmula resulta na “morte” dos fungos.

Como fazer e cultivar
Existe o falso mito de que para se fazer dread em cabelos lisos é necessário que os mesmos não sejam lavados por um certo tempo antes da aplicação. Porém a informação dista muito da realidade, pois cabelos não lavados ficam oleosos e dificultam o processo.

Existem várias formas de se “dredar” o cabelo, as três mais freqüentes são:

Tradicional
Este é o meio mais difícil de se fazer dreads, exige muita dedicação e o resultado costuma não se equiparar com o que se obtém através das outras formas. É recomendado que se tenha o cabelo crespo típico do negro africano, outros cabelos dificilmente manterão a forma. O Processo consiste em não lavar o cabelo com shampoo ou qualquer outro produto que possa alisar os cabelos, e a medida que cresce ir enrolando o cabelo com a palma das mãos formando os dreads. Este é o método utilizado pelos Rastafari, não é muito recomendado pois torna-se difícil mantê-los limpos e os dreads ficam sempre com uma aparência de sujos.

Para quem é negro e tem cabelo crespo tem um opção de enrolar o cabelo no modelo Baião-de-Dois e depois separar os dois. O resultado será o dread que com o tempo ficar mais grosso. É necessário ter cuidado e sempre está separando os dreads Deve-se lavá-lo apenas 15 dias depois de os enrolar e só o fazer com água do mar e sabão azul

Com cera
Este é seguramente o mais utilizado nos dias de hoje, funciona com qualquer tipo de cabelo. É necessário que o cabelo já tenha um certo comprimento, em torno de 10cm, mas recomenda-se mais. O processo consiste em dividir o cabelo em setores de cerca de 2cm, e pentear cada setor da ponta para a raíz com um pente de ferro visando embolar os cabelos. Depois de embolados todos os dreads aplica-se cera de abelha para fixa-los. Uma manutenção freqüente torna-se necessária para que os cabelos não soltem, que consiste em aplicar cera periodicamente e enrola-los com a palma da mão.

Com agulha
Este processo é muito dolorido, mas resulta em dreads mais compactos e limpos. Divide-se o cabelo e penteia-se da ponta à raiz, como no processo com cera. Daí “costura-se” o cabelo com uma agulha de crochê. Algumas pessoas depois disso ainda aplicam a cera. Uma manutençào frequente é muito recomendada, que consiste em re-costurar os cabelos com a agulha quando soltam alguns fios e enrola-los com a palma das mãos.

O que define o resultado dos processos porém é a manutenção. Costuma-se dizer que os dreads ficam bons quando “travam”, ou seja, quando não é mais possível solta-los. É recomendado lavar os cabelos regularmente com shampoo sem resíduos ou sabonete de coco, e depois seca-los muito bem com secador e ao sol. Deve-se atentar para o mau cheiro, que indica a presença de fungos. O comprimento costuma reduzir 20% em cabelos encaracolados depois de aplicados os dreads. A redução é bem maior em cabelos lisos. (Fonte: Wikipédia)dread

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Festa e cultura

Posted by teiversonalves em 19 de maio de 2007

O Universo Paralelo é uma festa de relevância mundial, que envolve muita música e cultura, ainda faz campanha com intuito de ajudar a comunidade local, isso acontece através de doação de livros.

Localizada a 160 km ao sul de Salvador, capital da Bahia, Ituberá situa-se na privilegiada posição entre a Ilha de Boipeba e a Península de Barra Grande, dois dos principais cartões postais do Brasil.

Contando com uma faixa de mar aberto de aproximadamente 40 km, a chamada Praia de Pratigí, margeada por grandes redes de manguezais, é berço de grande variedade e riqueza de vida marinha e silvestre. Cercada por grandes faixas de matas preservadas, é talvez a última reserva de Mata de Restinga preservada do Brasil, o que lhe confere o título de APA, Área de Preservação Ambiental.

Neste sentido, tal qual aconteceu nos anos anteriores, o festival enfatiza de forma contundente a questão ambiental. Contando com equipe especializada, e com o acompanhamento do Ibama local, foi montada uma usina de reciclagem dos resíduos produzidos no evento. Em todas as suas edições, Universo Paralello, ao final de suas atividades, deixou a praia mais limpa do que estava, quando do início da montagem do festival.

A festa oferece: 8 dias de Camping na beira da praia
– 7 dias de música com Dj’s do mundo todo*
– Atividades artísticas e culturais – “Circu-Lou” no UP
– Feira Mix*
– Restaurantes*
– Bares*
– Lanchonetes*
– Primeiros Socorros 24hs (com farmácia disponível)
– Salva Vidas 24hs
– Guarda Volumes*
– Segurança
– Grande número de Chuveiros (com água tratada)
– Grande número de Sanitários (com manutenção 24 horas por dia)
– Aspersões refrescantes na Pista
– Estacionamento com Segurança*

Faça já a sua reserva.

Para maiores informaçoes: Universo Paralelo
Universo
Mais fotos

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Pensando em Voltaire

Posted by teiversonalves em 18 de maio de 2007

François Marie Arouct, que adaptou o nome de Voltaire, nasceu em Paris a 21 de Novembro de 1694. Foi educado num colégio de jesuítas e ingressou bastante jovem na vida da aristocracia cortesã francesa. Mas uma disputa com um nobre, o cavaleiro de Rohan, fez ele ir parar à Bastilha. Nos anos de 1727-29 viveu em Londres e assimilou a cultura inglesa da época. Nas Cartas sobre os ingleses, ou Cartas filosóficas, registra os vários aspectos daquela cultura insistindo especialmente sobre os temas mais característicos da sua atividade filosófica, histórica, literária e política. Defende assim a religiosidade puramente interior e alheia a ritos e cerimónias dos Quacres põe em relevo a liberdade política e económica do povo inglês; analisa a literatura inglesa e traduz poeticamente alguns trechos da mesma. Comparando Descartes a Newton, exalta os méritos de matemático de Descartes, mas reconhece a superioridade da doutrina de Newton. Descartes “fez uma filosofia como se faz uni bom romance: tudo parece verosímil e nada é verdadeiro”.

O Mundo: O homem e Deus

Diz-se habitualmente que Voltaire, no decurso de toda a sua vida, passou do optimismo ao pessimismo e que, sob este aspecto, os seus últimos escritos marcam uma orientação diferente da dos primeiros. Na realidade, não é possível distinguir oscilações dignas de relevo na atitude de Voltaire sobre este ponto. Ele sempre esteve convencido de que o mal do mundo é uma realidade tão inegável como o bem; que é uma realidade impossível de explicar à luz da razão humana e que Ba@4e tinha razão ao afirmar a insolubilidade do problema e criticar implacavelmente todas as possíveis soluções do mesmo. Mas, por outro lado, esteve também sempre convencido de que o homem deve reconhecer a sua condição no mundo tal qual ela é, não já para se lamentar e para negar o próprio mundo, mas para alcançar uma serena aceitação da realidade. Nas Anotações sobre os Pensamentos de Pascal que é um escrito juvenil, não pretende refutar o diagnóstico de Pascal sobre a condição humana, mas apenas extrair dela um ensinamento muito diferente. Pascal, com efeito, inferia desta situação a negação do mundo e a exigência de se refugiar no transcendente. Voltaire reconhece que tal condição é a única condição possível para o homem e que, portanto, o homem deve aceitá-la e dela tirar todo o partido possível. “Se o homem fosse perfeito, diz ele, seria Deus;” e as pretensas contrariedades a que vós chamais contradições são os ingredientes necessários de que se compõe o homem, o qual é, como o resto da natureza, aquilo que deve ser. É inútil desesperar por não ter quatro pés e duas asas. E as paixões que Pascal condenava, em primeiro lugar o amor próprio, não são no homem simples aberrações porque o movem a agir, visto que o homem é feito para a acção. Quanto à tendência do homem para se divertir, Voltaire observa: “A nossa condição é Precisamente Pensar.”
Pascal e Voltaire reconhecem ambos que O homem, pela sua condição, está ligado ao mundo; mas Pascal quer que ele se liberte e afaste do mundo, ao passo que Voltaire Pensa que ele o deve reconhecer e amar. A diferença está toda nisto; o pessimismo ou o Optimismo Pouco têm a ver com a questão.

Voltaire toma os traços fundamentais da sua concepção do mundo dos empiristas e dos deistas ingleses- Decerto que Deus existe como autor do mundo; e, conquanto se encontrem nesta opinião muitas dificuldades, as dificuldades com, que depara a opinião contrária são ainda maiores. Voltaire repete a este propósito a argumentação de Clarke e dos deístas (que reproduz o velho argumento cosMológico): “Existe alguma coisa, Portanto existe alguma coisa de eterno já que nada se produz a partir do nada.” Toda a obra que nos mostre meios e um fim revela um artifício: portanto, este universo composto de meios, cada um dos quais tem o seu fim, revela uni artífice potentíssimo e inteligentíssimo” (Dic. Filósofico; Tra@té de Mét., 2).
Voltaire repudia, portanto, a opinião de que a matéria se tenha criado e organizado por si mesma. Mas, por outro lado, recusa-se a determinar os atributos de Deus, considerando ambíguo também o conceito de perfeição, que não pode decerto ser o mesmo para o homem e para Deus. E não quer admitir qualquer intervenção de Deus no homem e no mundo humano. Deus é apenas o autor da ordem do mundo físico. O bem e o mal não são ordens divinas, mas atributos do que é útil ou nocivo à sociedade. A aceitação do critério utilitarista da verdade moral permite a Voltaire afirmar terminantemente que ela não interessa de modo algum à divindade. “Deus pôs os homens e os animais sobre a terra, e eles devem pensar em conduzir-se o melhor possível”. Tanto pior para os carneiros que se deixam devorar pelo lobo. “Mas se um carneiro fosse dizer a um lobo: tu desprezas o bem moral e Deus castigar-te-á, o lobo responder-lhe ia: eu procedo de acordo com o meu bem físico e, pelo visto, Deus pouco se importa que eu te coma ou não.”
É do interesse dos homens conduzirem-se de modo a tornar possível a vida em sociedade; mas isto requer o sacrifício das paixões próprias, que são indispensáveis, como o sangue que lhes corre nas veias; e não se pode tirar o sangue a um homem, porque pode ser acometido de uma apoplexia.

No que toca ao conhecimento, Voltaire considera, tal como Locke, que o seu ponto de partida são as sensações e que de se desenvolve mantendo-as e dando-lhes forma. Voltaire repete os argumentos que Locke empregou sobre a existência dos objectos exteriores; e acrescenta um, por sua conta: o homem é essencialmente sociável e não poderia ser sociável se não houvesse uma sociedade e, por consequência, outros homens fora de nós. As actividades espirituais que se encontram no homem não permitem afirmar a existência de uma substância imaterial chamada alma. Ninguém pode dizer, de facto, o que é a alma; e a disparidade das opiniões a este propósito é muito significativa. Sabemos que é algo de comum ao animal chamado homem e àquilo que se chama animal. Este algo poderá ser a própria matéria? Diz-se que é impossível que a matéria pense. Mas Voltaire não admite tal impossibilidade. “Se o pensamento fosse um composto da matéria, eu reconheceria que o pensamento deveria ser extenso e divisível. Mas, se o pensamento é um atributo de Deus dado à matéria, não vejo que seja necessário que tal atributo seja extenso e divisível. Vejo, de facto, que Deus comunicou à matéria outras propriedades que não têm nem extensão nem divisibilidade: o movimento, a gravitação, por exemplo, que atua sem corpo intermediário na razão direta da massa o não da superfície, e na inversa do quadrado das distâncias, é uma qualidade real demonstrada, cuja causa é tão oculta como a do pensamento.”Além disso, é absurdo sustentar que o homem pense sempre; sendo assim, é absurdo admitir no homem uma substância cuja essência seja pensar. Será mais verosímil admitir que Deus organizou os corpos tanto para pensar como para comer e para digerir. Posta em dúvida a realidade de uma substância pensante, a imortalidade da alma converte-se em pura matéria de fé. A sensibilidade e o intelecto do homem nada têm de imortal; como se poderia, pois, chegar a demonstrar a eternidade? Não existem certamente demonstrações válidas contra a espiritualidade e a imortalidade da alma; tais demonstrações são destituídas de toda a verosimilhança e é injusto e despropositado pretender efetuar uma demonstração onde somente são possíveis conjecturas. Além disso, a mortalidade da alma não é contrária ao bem da sociedade, como o provaram os antigos hebreus que consideravam a alma material e mortal.
O homem é livre, mas dentro de limites bastante restritos. “A nossa liberdade é débil e limitada, como todas as nossas faculdades. Nós fortificamo-la habituando-nos a refletir e este exercício torna-a um pouco mais vigorosa. Mas, apesar de todos os esforços que façamos, nunca poderemos conseguir que a nossa razão impere como senhora de todos os nossos desejos; existirão sempre na nossa alma, como no nosso corpo, impulsos involuntários. Se fôssemos sempre livres, seríamos o que o próprio Deus é.” Na sua última obra filosófica, Le philosophe ignorant, Voltaire insiste na limitação da liberdade humana, que não consiste nunca na ausência de qualquer motivo ou determinação. “Seria estranho que toda a natureza, todos os astros obedecessem a leis eternas.”Que no animal com a altura de cinco pés que, a despeito destas leis, pudesse agir sempre como lhe aprouvesse, segundo o seu capricho. Agiria ao acaso, e sabe-se
que o acaso não é nada; nós inventámos esta palavra para exprimir o efeito conhecido de toda a causa desconhecida. Continua em sua imaginação….

Algumas frases do celébre Voltaire:
“Posso não concordar com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito de dizê-lo.”
“Paixão é uma infinidade de ilusões que serve de analgésico para a alma. As paixões são como ventanias que enfurnam as velas dos navios, fazendo-os navegar; outras vezes podem fazê-los naufragar, mas se não fossem elas, não haveriam viagens nem aventuras nem novas descobertas.”
“Como é horrível odiarmos quem desejávamos amar.”
“Devemos julgar um homem mais pelas suas perguntas que pelas respostas.”
“A primeira lei da natureza é a tolerância – já que temos todos uma porção de erros e fraquezas.”

Voltaire

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Deus, onde está?

Posted by teiversonalves em 17 de maio de 2007

Primeiramente devo ressaltar que acredito em Deus sim, quem seria eu se não acreditasse em um ser superior, Penso em Deus como o equilibrio do Universo, no entanto, necessáriamente no planeta em que vivemos, o ser humano provoca o desequilibrio, daí nasce o caos, Deus é tudo, ou seja, é o próprio Universo, está tanto em você, quanto em mim, enfim, respondendo a pergunta do título, Deus estar onde você quiser que ele esteja.
Porém, me corrijam se eu estiver errado, dizem que Deus é um ser eterno, onipotente, onisciente, onipresente, perfeito justo e bom, até ae tudo bem, concordo. Entretanto, o próprio livro chamado de “A PALAVRA DE DEUS” revela que Deus é o pensamento do homem, ou seja é fruto da imaginação humana, principalmente dos hebreus. Nos tempos do Velho Testamento, a justiça de Deus era o que os hebreus pensavam ser justo; nos nossos dias, é o que eles acham justo ou o que os cristãos consideram justo. A perfeição divina é o que os homens acham perfeito. Isso prova ser ele fruto do pensamento primitivo.

De acordo com pensamento hebreu, quando Deus, Yavé criou o mundo, até as cobras falavam como humanos. A cobra enganou Eva, a primeira mulher.
Yavé sentenciou como castigo para a cobra: “sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida” (Gênesis, 3: 14). Como sabemos, a cobra não come pó, mas alimenta-se de ratos, sapos, pássaros, pequenos viventes que consegue pegar. A sentença de Yavé foi o que os hebreus pensavam que fosse. Eis a primeira prova de que Yavé é produto da imaginação humana.

Yavé falava com Adão e Eva e falou também com Caim, o primeiro homicida. Falava pessoalmente também com Noé, com Abraão, com Isaque, com Jacó, com Moisés, etc. Mas, nos dias que o livro da lei de Deus foi encontrado na reforma do templo determinada por Josias, ninguém via nem ouvia esse deus; sua manifestação ocorria através das visões dos profetas; e nunca mais Yavé apareceu para ninguém. Mais uma prova de que Yavé só existe no imaginário do povo.

Nos primórdios deste mundo, os homens viviam séculos, alguns chegando a quase um milênio de vida. E as vidas longas só existiam nos tempos patriarcais informados no livro encontrado no templo de Jerusalém. Os conhecimentos arqueológicos não deixam dúvida de que o homem do passado vivia menos do que o de hoje. Mais uma evidência de que Yavé e seu homens escolhidos são produto da imaginação judaica.

O tempo decorrido da criação do mundo até os dias de Jesus foi apenas quatro milênios, tão literalmente, que o arcebispo James Usher calculou até o dia da semana e a hora da criação do mundo. A ciência prova que o mundo tem bilhões de anos, e a visão telescópicas não deixa dúvida; porque o que se avista a um milhão de anos-luz é a imagem do que existia há um milhão de anos. Mais uma certeza de que a história divina dos hebreus é lenda.

Quando a maldade do homem se multiplicou sobremaneira sobre a Terra, Yavé fez uma inundação que cobriu toda a Terra, matando toda a humanidade, com exceção de Noé e sua família. Os estudos geológicos provam que nunca houve uma inundação que envolvesse toda a Terra, mas há aproximadamente sete milênios ocorreu uma grande inundação pelo transbordamento do Mar Mediterrâneo, que pode ter dado origem à lenda do dilúvio universal. Ademais, há pirâmides do Egito mais antigas do que a época que a Bíblia diz ter ocorrido esse dilúvio, e não há nenhum registro de que tenha havido uma inundação naqueles tempos. Aí está mais uma prova de que Yavé, como os outros deuses, é fruto do pensamento equivocado do homem do passado.

Entre os preceitos escritos por Yavé em duas tábuas de pedra e entregues a Moisés, há um que proíbe fazer imagens do que há no céu, na Terra e “nas águas debaixo da Terra”. Sabemos que a Terra não está por cima de água como os hebreus pensavam. Mais uma indubitável prova de que a palavra de Yavé não era realidade, e sim o que os hebreus pensavam que fosse real.

Segundo o evangelho de Mateus, Jesus, o filho de Deus, falando da destruição de Jerusalém e dispersão dos judeus (Mateus, 24: 15; Lucas, 21: 20), teria dito que, “Logo depois da tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus” (Mateus, 24: 29-31). Hoje sabemos que uma das menores estrelas é milhares de vezes maior do que a Terra. Isso foi escrito, porque achavam que a Terra era o centro da criação divina, ficando em baixo, e o céu em cima, e as estrelas eram pequeninas como parecem aos nossos olhos, sendo possível caírem sobre a Terra. Nesse texto, fica claro que, além de os autores da palavra divina não conhecerem a realidade, tudo aquilo passou e nada aconteceu do predito, o que nos dá a certeza de que o esperado reino divino não passa de fantasia religiosa.

Yavé declarou fazer justiça vingando “a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração” (Êxodo, 20: 5). Ninguém em são raciocínio hoje consideraria isso como justiça. Está aí mais uma prova de que a perfeição e a justiça de Yavé não era mais do que o pensamento bárbaro dos hebreus daquele tempo.

Há muitos outros dados bíblicos que provam o engano dos hebreus. Mas esses supracitados são o suficiente para não me deixar dúvida sobre o assunto. A falta de explicação sobre a origem do universo não justifica acreditar na existência de um Deus como é retrato na Bíblia, quando tudo que existe de prova sobre ele são informações tão equivocadas. Se a Bíblia não existisse, eu ficaria em dúvida sobre a existência ou inexistência de Deus. Mas, com as provas bíblicas, não tenho dúvida de que esse Deus nasceu na mente humana como fruto do desconhecimento. Esse Deus é, com certeza, uma criação do pensamento equivocado do homem primitivo. Continua em sua imaginação…

Como dizia o velho e bom Raul: “Todo homem tem direito de pensar o que quiser.”

Enfim.. religião é “foda”, perdoe-me pelo termo vulgar, Mas… Tudo é possível para quele que crê! ^^
louva-deus!

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Elogio a mentira

Posted by teiversonalves em 11 de maio de 2007

Mentira, inverdade, peta, fraude – Bota aí.

Volto à mentira, tão na moda e tão visível. (E dita e mutiplicada no momento histórico-tecnológico em que vivemos.)
Porque fala, o homem mente. Aliás, é o único animal que mente. Superior intelectualmente aos outros animais, assim que aprendeu a falar, começou a mentir.
Não havia como evitar. Dizem os fundamentalistas que no príncipio era o verbo. Eu, que não sou fundamentalista e, dizem muitos, nem mesmo fundamental, acho que no príncipio foi a interjeição. Vendo isto e aquilo, o ser humano, já orgulhoso hominídeo e pitecantropo erectus, sentia uma íntima necessidade de “significar” isto ou aquilo. Até que um dia… conseguiu! Diante de um tremendo trovão, alcançou imitar seu som, emitiu um Hrrôôôuuu! Estava inventada a palavra para trovão, naturalmente uma onomatopéia. E lá ficou a designação, com suas naturais variantes semânticas Hrrãouuu! e Hrããhumm!, durante duzentos anos, todos os hominídeos e hominídeas – só falando – Hrrôôôuuu! Pouco depois – duzentos mil anos – outro ser humano (já homosapiens) gritou maravilhado diante de uma chachoeira: “Chuá-chuá!”.
De uma coisa estou convencido: ao contrário do que dizem os neuroliguistas, a palavra não foi criada pelo córtex cerebral. A ânsia de criar palavras, a ânsia pela expressão, é que criou o córtex cerebral.
Repito: o homem é o único animal que mente. Nunca vi um gato latindo pra fingir de cachorro. Nem um galo cacarejando pra enganar que pôr ovo. Papagaio não vale. É um reles e ridículo imitador.
A primeira mentira humana foi quando o cara viu um Irrrpslll (lêao) e o chamou de LLispirr (veado). Mas não havia aí nenhuma intenção criminosa. Apenas malévola. Pois o inventor da mentira foi o homo ludens (lúdico), quer dizer, um humorista.
mentira

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