Quem não sabe pensar acredita no que pensa.

Quem sabe pensar desconfia do que pensa, e põe-se a repensar…

Elogio a mentira

Publicado por teiversonalves em Maio 11, 2007

Mentira, inverdade, peta, fraude – Bota aí.

Volto à mentira, tão na moda e tão visível. (E dita e mutiplicada no momento histórico-tecnológico em que vivemos.)
Porque fala, o homem mente. Aliás, é o único animal que mente. Superior intelectualmente aos outros animais, assim que aprendeu a falar, começou a mentir.
Não havia como evitar. Dizem os fundamentalistas que no príncipio era o verbo. Eu, que não sou fundamentalista e, dizem muitos, nem mesmo fundamental, acho que no príncipio foi a interjeição. Vendo isto e aquilo, o ser humano, já orgulhoso hominídeo e pitecantropo erectus, sentia uma íntima necessidade de “significar” isto ou aquilo. Até que um dia… conseguiu! Diante de um tremendo trovão, alcançou imitar seu som, emitiu um Hrrôôôuuu! Estava inventada a palavra para trovão, naturalmente uma onomatopéia. E lá ficou a designação, com suas naturais variantes semânticas Hrrãouuu! e Hrããhumm!, durante duzentos anos, todos os hominídeos e hominídeas – só falando – Hrrôôôuuu! Pouco depois – duzentos mil anos – outro ser humano (já homosapiens) gritou maravilhado diante de uma chachoeira: “Chuá-chuá!”.
De uma coisa estou convencido: ao contrário do que dizem os neuroliguistas, a palavra não foi criada pelo córtex cerebral. A ânsia de criar palavras, a ânsia pela expressão, é que criou o córtex cerebral.
Repito: o homem é o único animal que mente. Nunca vi um gato latindo pra fingir de cachorro. Nem um galo cacarejando pra enganar que pôr ovo. Papagaio não vale. É um reles e ridículo imitador.
A primeira mentira humana foi quando o cara viu um Irrrpslll (lêao) e o chamou de LLispirr (veado). Mas não havia aí nenhuma intenção criminosa. Apenas malévola. Pois o inventor da mentira foi o homo ludens (lúdico), quer dizer, um humorista.
mentira

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Vivemos no mundo das opiniões e não da verdade

Publicado por teiversonalves em Maio 8, 2007

As mentes mais brilhantes da Grécia antiga já haviam discutido profundamente a questão do discurso e sua correspondência com a realidade, ou para ser mais radical com a verdade. Para Protágoras “O Homem é a medida de todas as coisas”. “Do ser das coisas que são e do não-ser das coisas que não são”. Esta Tese deu margem para os retóricos influenciarem a política e jurisprudência nas ágoras gregas. Platão em suas narrativas socráticas se contrapôs a essa corrente com sua tese na qual defendia através da dialética (diálogo ético no qual a verdade surge pelo contraposição de idéias divergentes), que a verdade está no mundo das idéias e que só a mente desprovida de arrogãncia e com a finalidade de atingir a verdade e o bem alcança a essência verdadeira das coisas do mundo. (este resumo que fiz sobre o platonismo é reducinista e precário, mas enfim). Aristóles, “pai” da lógica clássica, conseguiu conciliar a retórica com o platonismo. Ele concebeu a idéia que o homem mede as coisas pelo seu discurso, porém há nas coisas qualidades que corresponde com este discurso na medida em que o conteúdo deste discurso são verdadeiras. O discurso formal pode ser verdadeiro ou falso na media em que o conteúdo deste discurso corresponde com a verdade dos fatos ou não. mas há discursos formais cujo a lógica formal é verdadeira porém os mesmos não correspondem com a realidade externas a eles.. Estes são os mais desvirtuados e perigosos… O homem mede e mesura tudo para entender e controlar. Na minha opinião, nomeamos tudo e estamos tacitamente em acordo com o que nomeamos, uma convenção. Entretanto a essência do ser, por se alterar e por não podermos apreendê-la, será sempre um mistério. Por isso a ciência não pára de pesquisar, e em cada resposta encontrada surge uma nova pergunta. Minha opinião está muito próxima da corrente dos Céticos gregos que afirmaram que “O ser não é, e mesmo que o ser fosse, ele não poderia ser conhecido. E mesmo que o ser pudesse ser conhecido este conhecimento não poderia ser comunicado”
coliseu

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Da capacidade de se envergonhar:

Publicado por teiversonalves em Maio 6, 2007

Carta feita por Dimitri Mattos, direcionada a Ibisen, o ante herói. ^^
http://anteheroi.wordpress.com

Vergonha na cara aos COVARDES como EU!

Prezado Ibisen, diante de uma criteriosa reflexão, pouca coisa permanece de pé, diante da auto-crítica, da introspecção, os egos que tendem ao racional – pelo menos os de alguns bem-aventurados – ponderam a sua participação nos acontecimentos que os envolvem e as suas responsabilidades sobre os mesmos. Ao apurar como dolosa (culposa) a sua participação nos referidos acontecimentos, envergonham-se e tentam fazer de cada erro próprio ou alheio uma oportunidade para um novo aprendizado. Em tempo, considerando-se que se a cada erro ele obtiver um novo aprendizado, ele obterá no somatório dos inumeráveis erros comuns às vidas humanas, significativo crescimento. Sim, esse é o grande mérito do racionalista, saber transformar cada cinca, cada gafe, lapso, tropeço, deslize, impropério, impertinência no desejo obcecado pelo acerto. Aqui, muitos desavisados confundir-nos-iam com apologia da estupidez, da ignorância. Mas o grande legado da evolução é ratar bem menos, em menor número, como um destro*, exímio enxadrista no auge e exuberância de sua forma.

*(Nada contra os canhótos, sim, lê-se canhótos, plural metafônico, pois vogal tônica, infelizmente o adjetivo destro de per si é de natureza discriminatória)

Este é um momento ímpar, é um momento para repudiarmos a nossa catalepsia, letargia, o nosso conformismo, nefelibatismo, alienação, a nossa demência, a nossa falta de VERGONHA diante da manutenção sistemática de nossos ERROS. É a oportunidade de mostrarmos, de provarmos minimamente – permitais o pleonasmo – um MÍNIMO de inteligência. Sair da retórica mesquinha (ou seria mesquinha retórica?), da pequenez de atribuir os nossos possíveis dolos sempre a terceiros, fenômenos da natureza, governos, gestões, administrações, entidades, pais de santo, ou quiçá um outro sorrateiro artífice. Um estudante oriental, depois da árdua escalada de 15 anos de estudo e empenho, ao sucumbir diante de um processo pseudo-seletivo, seja lá qual for à ordem causal, projeta seu ser – aviltado pelas circunstâncias descritas – do primeiro viaduto. – E nós?

Nós toleramos a nossa mediocridade, pior, colocamo-nos a conviver desprezivelmente com ela. Negligenciamos os nossos destinos. Ignoramos nossa insuportável existência, tornado-a a tão vegetativa quanto insignificante for possível. Essa última consideração me faz lembrar da quimera do poeta: Charles C. Chaplin, vugo Carlitos:

“Soldados, não vos entregueis a esses brutais, que vos escravizam, que vos arregimentam, que vos transformam um bucha para canhão, que vos transformam em gado humano, que vos fazem marchar a passo de ganso para seus morticínios…”

Conhecemos o caráter selvagem, cruel, inóspito, arredio, insalubre – nem chamo o caráter de desumano porque humano nunca foi lá sinônimo de boa coisa – o alto preço, custo, que tem a conquista da sobrevivência nos dias atuais, talvez por um sistema imposto ou consensual, não julguemos o mérito de uma questão tão complexa irresponsavelmente agora, não é o momento, é sim, um momento de nos fortalecer, não ignorando que nesse sistema arregimentador despótico, é acirradamente competitivo e sendo assim necessitamos eliminar os mais fracos, como a grande palavra de ordem de qualquer cadeia alimentar e da mais notória e perfeita coadunância, convergência ideológico-cognitiva com a evolução Darwiniana: Os mais fortes, aptos sobrevivem! Notam-se aqui duas leis Dimitrinianas: decorrentes e recorrentes: a primeira lei Dimitriniana é oriunda da primeira assertiva (premissa): “Tanto mais os homens “evoluem”, mais precárias se tornam as suas relações”, e a outra contempla Darwin conforme a segunda assertiva(premissa): “As relações humanas mais aceitas e praticadas, são as originalmente, essencialmente do mundo animal”. Em outras palavras, o homem incentiva, fomenta a sua autodestruição, portanto: destrua, coma, esmague, apague, pulverize, delete, shift + delete, ilegitime, aniquile seu vizinho, o seu próximo – segundo Ibisen, pensador contemporâneo, coma-o, antropofógueo*, como Hannibal**, compre o cadáver alheio – SIM, hesitou? Claudicou? Vascilou? Que é isso, ele está tirando a SAÚDE, A ALIMENTAÇÃO glutônica, O TRANSPORTE - o carrão, a motassa, o jatinho o avião – O LAZER, TODOS OS ELEMENTOS MATERIAIS “INDISPENSÁVEIS” DE VC e inflamando seu EGOÍSMO… Esse é o sistema que a NATUREZA HUMANA escolheu! Carpem diem!

Antropofógueo* = Neologismo, criação de palavra, vem de antropofagia, antro=homem, primata; fagos=comer.

Hannibal** = Personagem principal, protagonista de Silent Lamb (o Silêncio dos Inocentes), vivido por Anthony Hopckins e muito citado por Ibisen.

-Ibisen! Aqui está o egoísmo ABSOLUTO! O egoísmo pelo egoísmo, a destruição do homem pelo homem, que a ignorância é servil e vem prestigiar… Para que evoluir? Para que ter uma relação RACIONAL? Pelo sentimento mais mesquinho que existe: EGOÍSMO. Ibisen eu quero ser melhor que você! Eu sou melhor que você, eu mereço mais que você, sou mais bonito que você, meu membro escroto-reprodutor-prouver-sexual é maior que o seu, sinto muito! Aqui está!!! Por-nos-emos a destruir uns aos outros!

Ao deparar-se com o fantasma da derrota, muitas das vezes, depois de nos entregar as quaisquer adversidades, deixarmo-nos vencer pelos mais transponíveis obstáculos, sobrepujarmo-nos pelos mais incompetentes adversários é comum às pessoas imputarem a culpabilidade dos seus fracassos, infortúnios a qualquer outra coisa que não elas mesmas, uma atitude que revela de per si, por si mesma, covardia, fragilidade e vulnerabilidade.

“A coragem contém em si o poder, o gênio e a magia”. (Goethe-pensador alemão). Mais do que de culpados, bodes-espiatórios, precisamos encontrar em nós mesmos a origem dos nossos fracassos, dos nossos medos, das nossas fraquezas, mais do que de COVARDIA e DISSIMULAÇÃO, da auto-mentira, necessitamos MUDAR, transformar a nossa REALIDADE, acreditarmos que podemos, a coragem contém em si o poder, o gênio e a magia – muitos mal informados aqui atribuir-nos-iam a alcunha de místicos! – o que UM homem pode fazer, o OUTRO também pode, e mais do que de discursos inebriados de utopia, surrealismo, necessitamos de prática, de ação planejada, enfrentar as intempéries com a fúria dos gladiadores mais implacáveis; devemos superar o medo, a indiferença, a ociosidade e o tédio; precisamos materializar nossos sonhos, nossas idéias, transformar nossas conjecturas em verdades, nossas divagações em realidades, nossos planos em METAS.

Não obstante, em consonância com o exposto, para que consigamos vislumbrar algo que relutamos admitir, algo que fira intimamente e definitivamente o próprio ORGULHO (EGOÍSMO), algo que vilipendia inexpugnavelmente a própria carne, é preciso obter as credenciais, beber no poço infinito do saber, beber na fonte em que esses imarcescíveis, inexpugnáveis, intangíveis, etéreos, sublimes, enlevados homens beberam e fomentam como inesgotáveis mananciais! :

Pitágoras, Tales de Mileto; Hipócrates; Sócrates; Aristóteles; Platão; Copérnico; Galileu; Lamark; Darwin; Leibniz; George Ohm; Dalton; Mendeleyjev; Bohr; Rutheford; Goethe, Holbach, Newton; Kant; Shopenhauer; Descartes; Nietsche; John Locke; Sartre; François Marie Arouet (Voltaire); Evangelista Torricelli, Bertrand Russel, Rousseau, Dostoiévski, Tolstói, Tchekhov, Nicolai Vassiliévitch Gogol…

Entre outros tão injustamente omitidos e negligenciados… Eis que surge uma questão? VC bebeu algum dos mesmos hoje? BEBA, se não, não terá credenciais para sobrepujar seus obstáculos, nem mesmo poderá compreendê-los… Se não amaldiçoada será sua hora, anatematizado será o seu dia, excomungado será o seu mês, esconjurado será o seu ano, mal afortunada será a sua vida, por toda a sua existência…

Muitos agnósticos-fideístas nesse momento chamá-los-iam de DEUS, inclusive EU, acreditando que DEUS é conhecimento, razão, entendimento, consciência, justiça, erudição, harmonia, equilíbrio, ciência, universo, elemento, matéria… Deus é a negação da ignorância – não se coaduna com a mediocridade, com os massacres e tampouco com os seus sectários – êstes ilegitimam, PROFANAM as suas religiões, dogmas em seus princípios mais fundamentais – já DEUS é como a LUZ, a luz do saber, que aclara tua’mente, como os caracteres superiores.

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Você sabe seu valor?

Publicado por teiversonalves em Maio 5, 2007

Mencenários, hipócritas! Promessas de políticos? Todos visam, o capitalismo!

enfim..

Nosso país sempre é marcado pela corrupção. A palavra corrupção tem em seu significado o ato de corromper, decomposição, putrefação, a sedução em troca de algo ou suborno.

Sempre fomos marcados por isso, históricamente pela divisão das capitanias hereditárias, pelo VOTO cabresto, pelo Coronelismo e até mais recentemente pelo MENSALÃO.

Em todo Brasil, que não conhece alguém que não tenha contado algum caso de carteirada seja com a polícia rodoviária, com um fiscal de qualquer área, ou com algum desembargador (engraçado temos ouvido muito disso ultimamente). É claro que tudo isso sempre foi de certa forma velado e que sempre tudo aconteceu à margem de todo o conhecimento popular, parecia uma daquelas “Lendas Urbanas”.

Mas não se preocupe…. SEUS PROBLEMAS ACABARAM!!!!!! Você já pode comprar seu Juiz, Amigo, Inimigo, seu Voto, seu policial, fiscal!!!!!! TODO MUNDO TEM SEU PREÇO!!!!!!!!!

Pra ser mais sincero, é bom se preocupar sim, afinal, para se comprar uma pessoa, é precido da matéria, nesse caso, o poder, ou seja, dinheiro… Mas onde já se viu meros papéis moeda valer mais do que um animal? É, mas isso acontece, sendo assim, 7% dos animais que tem a maior parte desse poder, faz a lei em cima dos que não tem.

È Isso que nosso queridíssimo presidente oficializou há pouco tempo (E o que vem fazendo a 5 anos) NOMEOU uns dos seu maiores críticos o Sr. Mangabeira Unger para o novo ministério das Ações de Longo Prazo. Ele que chamou o governo do primeiro mandato de Lula de “o mais corrupto de todos os tempos”, aceitou o cargo para o espanto de todos.

Lula quis provar que todos tem seu preço, e que Mangabeira se vende barato pois esse ministério não existe e não terá a menor representatividade, a não ser para acomodar mais alguns comprados!!!

Lula oficializou!!!!! Comprou o povo com R$ 50 por mês, a base governista desde 2002, os inimigos e o PSDB em 2007 e pode comprar você também… Qual seu PREÇO??????
hehe
Não esquecendo de ser positivo! hehe

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Vida Louca! Mais eu vivo mesmo!

Publicado por teiversonalves em Maio 2, 2007

Já perdoei erros quase imperdoáveis. Tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei para proteger, já dei risada quando não podia, já fiz amigos eternos, já amei e fui amado, mas também fui rejeitado. Já fui amado e não soube amar. Já gritei e pulei de tanta felicidade. Já vivi de amor e fiz juras eternas mas “quebrei a cara” por enquanto só uma vez, mas sei que vou quebrar muitas vezes ainda. Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já sofri um bocado por não compreender as atitudes de quem eu amava, já me apaixonei por um olhar, uma voz, por um sorriso.
Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e… tive medo de perder alguém especial… (e acabei perdendo) !!
MAS, SOBREVIVI !!! ESTOU AQUI! AINDA VIVO!!

Não passo pela vida mais eu VIVO!!!

Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve, e a VIDA É MUITO para ser insignificante. “
(Chaplin )

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Sou louco por sexo e você? [+ 18 anos]

Publicado por teiversonalves em Maio 2, 2007

Acho perturbador quando alguém me diz o seguinte: “O sexo para mim é só um complemento do relacionamento…”. Particularmente, eu não acredito nisso. Para mim o sexo é essencial numa relação. Se não há a química perfeita entre os corpos, esquece, não vai dar certo.

Sim, é muito mais prazeroso fazer amor do que fazer sexo. Quando encontramos o companheiro ideal, a cada entrelace de corpos há uma nova descoberta. Um toque sutil faz toda a diferença. A emoção do contato é mais intensa. Entregamos não só o nosso corpo ao ser amado, mas também libertamos nossa alma. Unidas, nossas almas proporcionam aos nossos corpos físicos momentos de intenso prazer.

Mas há um paradoxo. Com o tempo, a relação sempre corre o risco de cair numa rotina sufocante. Já não há mais motivos para a sedução. Os compromissos do dia a dia sufocam nossos desejos. E nossa intimidade acaba ficando insuportável.

Muitas vezes acontece de um de nós manter intacto o desejo intenso do sexo com amor, mas a outra parte mostra-se frígida, indiferente. Nessas horas, mais do que nunca, a única solução volta a ser o diálogo aberto e sincero. Você tem que dizer ao seu companheiro o que está acontecendo e o que está afetando a intimidade do casal. Juntos devem buscar uma solução; maneiras criativas de se cativar a libido do ser amado.

Dê um trato no seu visual. Compre ou alugue filmes eróticos e deixe fluir suas fantasias. Crie um clima para os momentos de prazer. Velas, incensos, músicas suaves, roupas especiais e a criatividade deve imperar neste momento especial.

Ouça o seu companheiro. Pergunte a ele qual sua fantasia mais secreta. Satisfaça-o sem receios ou medos. Diga a ele o que você tem vontade de fazer ou experimentar no sexo. Ousem, superem os seus limites, sempre dentro do respeito e do bom senso.

Na intimidade de um casal tudo é permitido. Entre quatro paredes tudo deve ser feito para a satisfação plena de ambos. Os dois merecem o máximo de prazer, mas com equilíbrio e harmonia.

Mudando o foco da questão, mas mantendo o mesmo espírito. Se você está sozinho por opção e adora viver suas experiências sexuais sem compromisso com sentimentos ou envolvimentos afetivos, vá em frente!

Mas, além de se cuidar no que se refere ao lado saúde – camisinha sempre! – , o mais importante é cuidar da sua cabeça e do seu bom senso.

Se você é adepto do sexo aberto, mudando freqüentemente de parceiro a cada final de semana, procure ao menos ser mais seletivo. Busque qualidade ao invés da quantidade. Mantenha um ou alguns parceiros fixos que estejam na mesma afinidade sexual com você.

Não importa se você curte um ou mais caras tudo ao mesmo tempo agora. O que importa é saber se entregar e valorizar o seu parceiro e a relação íntima de vocês.

Respeitar a si mesmo e respeitar quem você transa é fundamental. Se isso ocorre, o sexo acontece mais solto, mais prazeroso. Sem cobranças futuras, sem promessas. Deve-se imperar a amizade e o prazer, sem neuras ou paranóias. Olá Joãozinho, tá afim de uma boa foda hoje à noite? Sim, Mariozinho, tô afim. Pronto, curta ao máximo (claro, desde que você ao menos conheça bem a pessoa em questão).

Se o que rola é sexo grupal ou sexo “diferente” (fetiches), busque sua tribo através da internet ou de locais que você freqüenta. Conheça as pessoas reais e jogue limpo com elas. Se as afinidades íntimas realmente forem compatíveis, forme teu grupo e curta ao máximo os prazeres que todos podem proporcionar a todos.

Voltando ao casal apaixonado, a única coisa que não deve rolar, em hipótese alguma, é a traição sexual – a famosa “escapada”. Lembre-se que ao trair seu companheiro, você não está somente cometendo um ato “imoral”, mas sim estará havendo a falta do respeito e da confiança – ítens primordiais em qualquer tipo de relação. Confesse: você gostaria de descobrir que o teu cara tem outro na parada? Não, ninguém gosta disso.

Então, se o diálogo não funcionar, se as tentativas de se quebrar a rotina não surtirem efeito, se com o passar do tempo a força do amor e da amizade não for capaz de reverter essa situação, de duas alternativas há somente uma escolha: ou você abdica do sexo em prol dessa união; ou você parte para outra, sendo ao menos honesto para com seu companheiro e libertando-o para que ele também tenha a chance de um recomeço com um outro alguém. Pode parecer frio e calculista, mas acredite, o amor muitas vezes está no ato de deixar o ser amado livre para que ambos tenham as mesmas chances de encontrar o perfeito complemento. Não existe amor egoísta.
sex

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Deus existe! E ele é a sua força para viver!

Publicado por teiversonalves em Maio 2, 2007

Enquanto Descartes se preocupa com o conhecimento e tem o homem apenas como criatura de Deus – o homem não faz parte de Deus -, Spinosa se preocupará, não só com o conhecimento, mas também com a salvação e tornará o homem parte da natureza. O homem agora é um finito que faz parte de um infinito, que é a soma do corpo e espírito. O corpo é uma pequena parte de uma extensão do infinito. O espírito uma parte do pensamento infinito. Nesse sentido, o homem deixa de ser totalmente livre e independente, pois agora ele está ligado a uma substância infinita. No lugar de liberdade entra a necessidade.

Tudo agora é necessário no mundo onde Deus necessariamente se manifesta. Tudo o que acontece é necessário. O homem, então, não deve agir por conta própria, mas em conformidade com as leis da sua própria natureza. Ele agora perde o poder de julgar, isto é, de afirmar ou negar as idéias, pois a verdadeira idéia afirma-se por si própria. Agora, como parte do pensamento infinito, como seres frágeis, mas potencialmente forte, o homem deve sempre fortalecer o seu poder e o crescimento do poder traz a alegria. Aumentando a sua potencialidade, o homem deixa de ser ignorante, deixa de se enganar pelos sentidos e pelas paixões. Deixa de ver o sol como um pequena bola de fogo que gira em torno da terra.

O homem, então, deve adquirir conhecimento para obter a salvação. O conhecimento nos liberta da ignorância, aumenta nosso poder e realiza a nossa felicidade, e esta depende do conhecimento intuitivo, que é conhecer as coisas em Deus. Aquele que detém o conhecimento intuitivo é aquele tem a necessidade amar a Deus, causa da sua felicidade e poder. Amando Deus, o homem é também amado por Ele. Mas esse amor não é o mesmo amor entre os homens, diferentes personalidades , já que o amor entre Deus e os homens é amor de Deus para consigo mesmo, pois os homens são idênticos a Ele, já que tudo faz parte Dele. É sguindo os ditames da natureza, já que somos parte dela, é aumentamos a nossa potencialidade que nos tornamos poderosos, isto é, esclarecidos. Aquele que bem concatenar as idéias conhecerá Deus, e Ele, então, o levará à salvação, que é o esclarecimento e a sabedoria para explicar as partes defeituosas deste mundo, apreendidas pelos sentidos.

Não se abalará nem mesmo com as piores tormentas, pois saberá que é inevitável o encadeamento de causas e dos efeitos dessas tormentas. Homem esclarecido é homem centrado, pois como possui entendimento, ele sai dos limites da sua individualidade para coincidir com o ponto de vista de Deus. E no conhecimento de Deus, o homem encontra a verdadeira liberdade, o verdadeiro poder e a verdadeira felicidade. Spinosa nos ensina que se conhecermos as causas da tristeza, ela deixará de ser uma paixão, isto é , ela deixa de ser tristeza. Daí, basta compreendermos que Deus é causa da tristeza; e se ela é causada por Ele, e disso sabemos, experimentamos alegria. Toda a realidade provem de Deus, portanto tudo participa Dele. Se o homem conhece apenas as coisas daqui e julga que as coisas finitas são absolutas, ele está sendo enganado pelos sentidos. Ele é escravo do erro do conhecimento sensível.

O homem é dotado de razão e deve fazer um bom uso dela, pois é o conhecimento racional que o libertará das paixões, pois somos, no princípio, escravos dela, da ignorância. Devemos nos libertar das paixões; e somos naturalmente dotados de poder para isso. Potencialmente, então, somos capazes de conseguir a salvação, que se dá pelo conhecimento. O homem é mortal, mas é capaz de participar da vida eterna. Aquele, que é livre da escravidão das paixões e da ignorância, pois seu conhecimento é racional, é capaz de tocar a felicidade, já que esta depende da ciência maior, que é conhecer Deus.

Uma vez que o homem conhece Deus, ele atinge uma necessidade superior que é amar Deus, pois é Ele a causa do poder e da felicidade. E aquele que conhece Deus e O ama, é também amado por Ele e como é parte Dele, já vive na vida eterna, pois seu conhecimento do eterno é eterno.
deus

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Projetos Brilhantes (Parte 1)

Publicado por teiversonalves em Abril 30, 2007

Depois de 4 horas pesquisando no site do congresso nacional, procurando projetos de leis que estão em pauta para serem votadas pelo nosso congresso. Trabalho árduo mas prazeroso, dá pra se divertir um bucado. Veja a brilhante intelectualidade de nossos políticos.. competentes, os rapazes…

Autor: Edigar Mão Branca – PV/BA.
Dispõe sobre o uso facultativo de chapéu em estabelecimentos público e privado. (Realmente uma lei que veio para mudar as nossas vidas, esse país tem futuro!)

Autor: Arnaldo Faria de Sá – PTB/SP.
Institui o Dia Nacional do Despachante Documentalista.
(Eu nem memso sei o que vem a ser um Despachante Documentalista. Mas imagina se formos criar dia nacional para cada coisa que exista. Iriamos ter de aumentar o calendário. Que tal o “Dia Nacional Dos Manobristas de Carros”?)

Autor: José Guimarães – PT/CE.
Proibe a venda de balas, doces, refrigerantes, sucos artificiais, salgadinhos industrializados, salgados fritos, pipocas industrializadas e alimentos com gordura vegetal hidrogenada. (Querem que as crianças comam o que? Beringela com rúcula? Vossa excelência não teve infância?)

Autor: Dr. Ubiali – PSB/SP.
Determina que o modelo de uniforme nas escolas públicas e privadas incluam o calçado como parte obrigatória do uniforme. (Agora é lei, finalmente! Menino descalço é incapaz de raciocinar, sabecomé? Até me lembra daquela música do Zé Ramalho: “Minha filha inocente vem pra mim toda contente/ Pai vou me matricular / Mas me vem um cidadão: “Criança de pé no chão aqui não pode estudar”.)

Autor: Djalma Berger – PSB/SC.
Antecipa feriados para a segunda-feira, excluindo as datas de comemoração do Natal, Ano Novo, Independência do Brasil, Sexta-Feira Santa e Corpus Christi. (Ou seja, domingo de Páscoa agora será segunda de Pascoa. Dia dos pais também não será mais no 2º domingo de junho, e sim na 2ª segunda-feira.)

Autor: Charles Lucena – PTB/PE.
Proibe a realização de provas de concursos entre o pôr-do-sol das sextas-feiras e o pôr-do-sol dos sábados, em observância ao princípio da liberdade de credo. (Se for assim, proibamos as provas em todos os dias da semana, pois de tantas religiões que existem por aí, certamente alguma delas possuem ritos às segundas, os RareCrishnas (ou sei lá como escreve) possuem rituais as sextas feiras etc.)

Autor: Aldo Rebelo – PCDOB /SP
VISANDO CONSTRUIR UM CAMPO DE FUTEBOL A CADA 1000 LOTES E A CADA 1000 UNIDADES HABITACIONAIS. (Nem comento…)

Próxima parte haverá mais projetos interessantes. Aguarde.

Sem falar da mídia que nos corrói.
redeglobo
Sorria! Você está sendo manipulado!

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Sementes de Felicidade

Publicado por teiversonalves em Abril 28, 2007

Fuja da crítica. A crítica destrutiva oprime mais quem critica do que o criticado. Reflita bem. Procure colocar-se no lugar do outro e nas mesmas condições. Talvez você agisse da mesma forma ou até pior. Entenda. Busque elogiar sempre. O elogio modifica para melhor, engrandece, satisfaz. Quando não puder elogiar, faça silêncio.

Bom Final de semana!

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Distinção Entre o Conhecimento Puro e o Empírico

Publicado por teiversonalves em Abril 27, 2007

Não se pode duvidar de que todos os nossos conhecimentos começam com a experiência, porque, com efeito, como haveria de exercitar-se a faculdade de se conhecer, se não fosse pelos objetos que, excitando os nossos sentidos, de uma parte, produzem por si mesmos representações, e de outra parte, impulsionam a nossa inteligência a compará-los entre si, a reuni-los ou separá-los, e deste modo à elaboração da matéria informe das impressões sensíveis para esse conhecimento das coisas que se denomina experiência?
No tempo, pois, nenhum conhecimento precede a experiência, todos começam por ela.
Mas se é verdade que os conhecimentos derivam da experiência, alguns há, no entanto, que não têm essa origem exclusiva, pois poderemos admitir que o nosso conhecimento empírico seja um composto daquilo que recebemos das impressões e daquilo que a nossa faculdade cognoscitiva lhe adiciona (estimulada somente pelas impressões dos sentidos); aditamento que propriamente não distinguimos senão mediante uma longa prática que nos habilite a separar esses dois elementos.
Surge desse modo uma questão que não se pode resolver à primeira vista: será possível um conhecimento independente da experiência e das impressões dos sentidos?
Tais conhecimentos são denominados “a priori”, e distintos dos empíricos, cuja origem e a “posteriori”, isto é, da experiência.
Aquela expressão, no entanto, não abrange todo o significado da questão proposta, porquanto há conhecimentos que derivam indiretamente da experiência, isto é, de uma regra geral obtida pela experiência, e que no entanto não podem ser tachados de conhecimentos “a priori”.
Assim, se alguém escava os alicerces de uma casa, “a priori” poderá esperar que ela desabe, sem precisar observar a experiência da sua queda, pois, praticamente, já sabe que todo corpo abandonado no ar sem sustentação cai ao impulso da gravidade. Assim esse conhecimento é nitidamente empírico.
Consideraremos, portanto, conhecimento “a priori”, todo aquele que seja adquirido independentemente de qualquer experiência. A ele se opõem os opostos aos empíricos, isto é, àqueles que só o são “a posteriori”, quer dizer, por meio da experiência.
Entenderemos, pois, daqui por diante, por conhecimento “a priori”, todos aqueles que são absolutamente independentes da experiência; eles são opostos aos empíricos, isto é, àqueles que só são possíveis mediante a experiência.
Os conhecimentos “a priori” ainda podem dividir-se em puros e impuros. Denomina-se conhecimento “a priori” puro ao que carece completamente de qualquer empirismo.
Assim, p. ex., “toda mudança tem uma causa”, é um princípio “a priori”, mas impuro, porque o conceito de mudança só pode formar-se extraído da experiência.

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