Quem não sabe pensar acredita no que pensa.

Quem sabe pensar desconfia do que pensa, e põe-se a repensar…

Arquivo da categoria ‘Reggae’

Misteriosa Atração

Publicado por teiversonalves em Maio 22, 2007

Vídeo um pouco antigo, mas muito bom. E como eu gosto muito, vou compartilhar com vocês aqui.
Salve, Salve Natiruts! Saudade Isabela Rocha…

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Os últimos dia de Bob Marley

Publicado por teiversonalves em Abril 5, 2007

“Como Jah determinou, em novembro de 1980, minha mãe estava recebendo um tratamento para o câncer na Clínica Issels, no refúgio montanhoso de Rotach-Egern, na Alemanha, quando Bob chegou lá. Ela sabia que eu gostava da música de Bob e me mandou um artigo sobre ele de um jornal alemão, que basicamente dizia que ele era um “Superstar do rock do terceiro Mundo”, que em junho havia cantado para dezenas de milhares de pessoas na Alemanha, tocando sua guitarra e entoando canções de liberdade para as pessoas de cor.

O artigo dizia que que ele estava criticamente doente, com um câncer de pulmão que se espalhava pelo seu corpo e estava sendo tratado pelo Dr.Issels, depois que especialistas americanos o terem se desenganado. Em fevereiro de 81, fui visitar a minha mãe por dez dias e acompanhei o programa “anticâncer” de Issels. Como em muitos tipos de medicina alternativa, o programa de Issel não era brincadeira. A maioria das pessoas que iam até a sua clínica haviam se submetido a quimioterapias, radioterapias e outros tratamentos que haviam falhado. Infelizmente, Bob estava muito doente e só falava quando falavam com ele.

A primeira vez que o vi foi quando ele veio da clínica para a sala de espera. Ele havia acabado de tirar os seus dreadlocks, o que era parte do programa. Estava cansado por causa disso e ficava se apoiando na parede. Estava com uma toca de crochê em estilo roots que cobria a sua cabeça careca. Não ficou lá por muito tempo e logo foi chamado para ver o doutor. A clínica estava sempre cheia. Era difícil conseguir um horário para os tratamentos de raio violeta, onde a luz era focada no corpo por 45 minutos. Uma noite, quando havia poucas pessoas na clínica, o médico jamaicano de Bob fez um acordo com o administrador para que Bob fosse submetido a esse tratamento, junto com outros dois pacientes. No terceiro andar, havia três camas no quarto onde era realizado o tratamento com divisórias que só iam até um pouco acima do chão, então você ficava perto da cabeça das pessoas.

Estava perto de Bob, então perguntei a ele como estava lidando com o tratamento, desde que o doutor Issels o proibira de fumar ganja. Não me lembro exatamente das palavras exatas, mas ele começou a falar sobre a Jamaica. Era quase como se ele estivesse em transe. Falou lenta e pensativamente e descreveu a beleza da Jamaica – as praias de areia branca, o sol quente… Falou com tanto sentimento e amor pela Jamaica que fez você se sentir como se estivesse lá, mesmo que eu soubesse que estava nevando forte lá fora. Era aniversário de Bob naquela semana (6 de fevereiro) e ele convidou algumas pessoas da clínica para uma festa de aniversário em seu apartamento. Antes que chegasse muita gente, ele veio até o quarto de espera e conversamos um pouco.

Minha mãe havia lhe contado que eu tocava e quando ela chegou, Bob pediu a sua mãe, Mrs. Booker, para trazer dois violões. Ela se apressou e os trouxe logo. Ele começou a tocar em um violão e eu no outro. Bob não tocou por muito tempo nem muito alto, talvez por uma meia hora, só fazendo uma canja. Todos estavam realmente contentes de vê-lo tocando e tive a impressão de que ele não vinha fazendo isso ultimamente. Também estavam lá Rita, Tyrone Downie, assim como a turma que estava sempre presente.

Eles trouxeram um bolo com os dizeres “Feliz aniversário Rei do Reggae”, mas lembro-me que “reggae” estava escrito errado. Infelizmente a maior parte do tempo da festa ele passou deitado no quarto ao lado. Não levou muito tempo para Jah levar Bob para casa. Ele tinha uma presença forte, mesmo quando a doença o havia reduzido a uma fração do que ele era. Ele parecia tão vulnerável e fora do seu ambiente, mas agora sei que ele está em um lugar melhor.”
bob
Zema – Los Angeles, Fevereiro de 1998

Sra. ISSELS

Podemos observar que esse texto trata um pouco de quem era Bob Marley, acredito que ele tinha encontrado sua paz interior e viveu dias de glória, então, precisamos procurar o mesmo. Para encontrar a paz, só existe um caminho, esse caminho encontra-se dentro de cada um de nós.

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O reggae é energia positiva

Publicado por teiversonalves em Abril 5, 2007

natiruts
A banda Natiruts traz consigo a carreira independente, volta a fortalcer esse seguimento, a banda também sempre procura fortalecer a identidade com o publico, deixando de lado esse programa de domingo, em ir na tv para vender discos. Você escuta o som dos caras e gosta, então vai lá e compra o cd original, e isso é bem verdadeiro, deixando de ser essa a panela que rola nas gravadoras. A galera do reggae já diz tudo, não está muito ligado no que está rolando na tv, não deixa a tv influenciar colocando coisa na goela, o pessoal geralmente já tem uma personalidade formada. A cultura reggae associa a música com o público e mas nada, e a mídia também não reverencia os acontecimentos do reggae, a mídia não noticia que por exemplo, tem banda de reggae que vende 10 mil discos idependentes, pra você ter uma idéia, 10 mil cópias vendidades independente equivale monetáriamente a 100 mil cópias em uma gravadora. O reggae continua no underground e vai se manter. O público está cedento de reggae, pois traz uma mensagem positiva e traz coisas boas, pra quem pensa que a energia é só aquele pula-pula se engana, o reggae é mais consciente, uma energia diferenciada, uma energia positiva de maturidade. Muitas pessoas se baseiam sua formação em letras de músicas, então a banda procura passar mensagens verdadeiras, sem pretenção, não visando ensinar, mais só em ser verdadeiro. Precisamos ter uma cabeça bacana, com uma identidade brasileira dentro dela, mesmo que as vezes nos americanizamos por música, roupas, entre outras coisas.

Então, Escute reggae..

Através do reggae consigo sorrir, sentir paz de espírito. Quando escuto umas pedras sinto-me solto, relaxado… viajo. Não consigo pensar em maldade, somente coisas boas me vêm a cabeça. É um breve momento em que desapareço da terra, fecho os olhos e me esqueço das coisas externas a minha volta. Está sendo tipo que uma escada para encontrar o amor e chegar ao soberano. Em analogia comparativa aos diretórios existentes nos micros, assim estariam localizadas minhas pastas: C:\Deus\amor\reggae . Reggae: quase uma religião, melodia divina, uma Bíblia musical… Espero que você, não importa a maneira, sinta o verdadeiro amor. Descubra algo que te toque a alma, que te faça, mesmo que por um breve instante, feliz sem deixar alguém triste. Pois esse pode ser o curinga, o transporte, o que te elevará ao próximo diretório, bem próximo do diretório raiz… sugestão: Já experimentou escutar Bob Marley?

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Inteligência musical

Publicado por teiversonalves em Março 19, 2007

A inteligência musical é conhecida e valorizada desde os primórdios da humanindade – faltava apenas que lhe dessem um nome. Quem a desenvolve consegue criar, comunicar e distinguir significado nos sons e em suas combinações. A maioria das pessoas aprecia música e esse apreço pode ser cultivado com a prática. Outros têm uma habilidade inata. Desde pequenos podem decodificar melodias e ritmos com maior rapidez do que palavras, números ou imagens. A habilidade musical de Wolfgang Amadeus Mozart parece ter despertado quando ele ainda era um bebê, em Salzburgo, na Áustria, onde nasceu. Filho de um professor de música, recebeu intenso aprendizado em casa e compôs seus primeiros trabalhos aos 5 anos. Adolescente, ele já era concertista requisitado pela nobreza em toda a Europa. Sua genealidade foi manifestada na fartura de sua produção artística e nas inovações que levou para as gerações futuras. Ele compôs em vários gêneros musicais, de sonatas para piano até música de câmera. Seus melhores trabalhos foram as óperas – como a famosa A Flauta Mágica – e as 68 sinfonias que deixou. Ao morrer, com apenas 35 anos, Mozart tinha aplicado sua marca na história da música.
mozart

Teiverson Alves.

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Pink Floyd no Brasil

Publicado por teiversonalves em Março 12, 2007

No dia 23 e 24 de março desse ano, o ex integrande Roger Waters comanda o psicodélico Pink Floyd em duas apresentações no Brasil, uma no Rio de janeiro e outra em São Paulo, será sua primeira apresentação em solo brasileiro. A banda inglesa é famosa por suas composições de rock clássico harmónico, pelo seu estilo progressivo e pelos espetáculos ao vivo extremante elaborados. O Pink Floyd é uns dos grupos mais influentes da história do rock, sua obra prima, o álbum The dark Side of the Moon se manteve no top 100 de vendas por mais de uma década e ainda continua sendo um álbum dos mais vendidos em toda a história.

Liderada pelo lendário cantor e compositor Syd Barrett, o grupo tinha um modesto sucesso na segunda metade da década de 1960 produzindo rock psicodélico. Mas o comportamento errático de Barrett forçou seus colegas de banda a afastá-lo e substituí-lo pelo guitarrista e cantor David Gilmour.

Origem: Cambridge – Inglaterra
Período 1965 – atualmente (em hiato)
Gênero(s) rock progressivo, art rock, space rock, rock psicadélico
Gravadora(s) Capitol Records, Columbia Records
Integrantes David Gilmour, Nick Mason, Richard Wright
Ex-Integrantes Syd Barrett, Roger Waters, Bob Klose
Sítio oficial www.PinkFloyd.co.uk
pink floyd

O Brasil contará ainda com outras bandas internacionais em turnê pela américa do Latina, em abril teremos Aerosmith, Velvet Revolver, Evanescense, Nazareth, Bad Religion e o Guns N’ Roses que em maio fazem duas apresentações no Brasil, essa vai ser a quarta vez que a banda toca em solos brasileiros, as outra três foram no Rock in Rio.
Axl
(O equizóide Axl Rose)

Teiverson Alves.

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E assim se fez Natiruts

Publicado por teiversonalves em Março 12, 2007

No ano de 1996 surgiu em Brasília a idéia de se formar uma banda de Reggae.
Alexandre  na época estudante universitário, tinha a música como válvula de escape das suas alegrias e desilusões com a realidade brasileira. Sem pretenções maiores, visto que já estava encaminhado na profissão de analista de sistemas, compunha canções no estilo que mais se sentia a vontade o reggae. Numa das cervejadas do time de futebol da UnB conheceu Juninho com quem passou a fazer um som pelas festinhas em  casas e apartamentos da cidade. Essa foi a semente da estória. Mas toda semente precisa brotar para crescer.
Foi então que Alexandre convidou Luis Mauricio e Bruno Dourado, companheiros de time na UnB, para assumirem o baixo e a percussão. Fizeram alguns ensaios com essa formação. Talvez bastasse quatro cabeças se a intenção fosse fazer um reggae tipicamente jamaicano que é e sempre será a referência para qualquer banda de reggae. No entanto a influencia da música brasileira era muito forte nas melodias e harmonias das músicas e a vontade de se fazer um “reggae roots brasileiro” era definitiva. Por isso fez-se necessária a inclusão de mais elementos musicais na banda. Foi quando Izabella Rocha e Kiko Peres foram convidados a assumirem o backing vocal e guitarra solo.
A partir daí a banda criaria identidade própria.
O próximo passo, natural de qualquer banda do mundo, era gravar uma demo.
A demo foi gravada ainda na época das fitas cassetes. A reprodução era caseira. Nos velhos três em um duplo deck. A aceitação foi impressionante. Quem poderia imaginar que uma banda de reggae revolucionaria a cena local da cidade então conhecida como “capital do rock”.
Alguns shows aconteceram e vislumbrou-se a possibilidade de se gravar um cd.
Kiko Peres tinha um amigo da cena musical brasiliense que estava radicado no Rio a algum tempo. Esse amigo estava trabalhando num grande estúdio carioca e talvez conseguisse um esquema de pagamento por partes da tal gravação. Esse amigo era Tom Capone que acabou participando de uma faixa e posteriormente produziria dois discos da banda, o Verbalize e o Quatro que contou com Tonho Gebara na guitarra solo.
A energia positiva da banda agregava cada vez mais pessoas dispostas a ajudar. O estúdio A.R abriu as portas para o reggae do cerrado.
Ao chegar no estúdio um dos técnicos perguntou se poderíamos esperar um pouco pois estaria sendo gravado um ultimo “take” do ultimo disco de uma banda também de Brasília, já sem a presença física de seu vocalista. Essa banda era a Legião Urbana.
Enquanto uma banda do cerrado terminava sua gravação, outra começava.
Iniciava-se aí a gravação de um disco que indiscutivelmente marcou a sua geração, NATIVUS.
Daí para frente muita coisa rolou. Gravadora, exposição excessiva em Tv, mercenários da música dispostos a ganhar grana em troca do nome Nativus mesmo sem ter nenhuma participação no sucesso do mesmo em todo Brasil,  etc.
Isso é nada perto do que realmente faz sentido para a já então NATIRUTS: A aceitação do povo.
A aceitação de uma ideologia que supera modismos e que representa uma geração. Muito além das listas dos mais vendidos das grandes gravadoras.
Visando dar um grande passo em sua carreira a banda repete no seu quinto trabalho o modelo que consagrou o seu primeiro disco. O lançamento independente.
Agora com recurso próprio para montar sua gravadora, gravar o seu disco, montar seu escritório de produção. Confirmando a frase que resume a única bandeira que é levantada pela banda.
LIBERDADE PRA DENTRO DA CABEÇA.
A banda sempre leva vibrações positivas em seus shows, suas músicas falam da sociedade, de amor, da natureza, enfim, pra quem consegue viajar no som, é a banda!!!
natiruts

Teiverson Alves.

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E assim se fez

Publicado por teiversonalves em Fevereiro 23, 2007

” SuRgIu No MuNdO uMa MúSiCa MaRaViLhOsA, eXtAsIaNtE, cOm LeTrAs ToCaNtEs QuE eXiGeM àS pEsSoAs PeNsArEm E sE iNtErEsSaReM. UmA mElOdIa ReLaXaNtE e Ao MeSmO tEmPo DaNçAnTe, NoS LiVrA dE uMa EsTaFa QuE aGe SoBrE a TeRrA. OnDe MuItOs CaNtOrEs AiNdA pReGaM e EsPeRaM uM eNtEnDiMeNtO óBvIo E sAdIo De SuAs CoNsCiÊnCiAs, QuE oS lEvA aTé A lUz. TuDo IsSo PaRa PeRcEbEr O sOm Do REGGAE MUSIC “

bob
Bob Marley

Postado por Teiverson Alves.

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Isso é coisa feia.

Publicado por teiversonalves em Fevereiro 22, 2007

Seu assunto principal é falar mal.
Onde você vai chegar assim? aonde vai?
Seu assunto principal é falar mal da vida alheia, mas isso é coisa feia.

Antes de julgar mal, porque não olha pra si mesmo.
Verá que está cometendo maior ou mesmo erro.
Onde você vai chegar assim? aonde vai? contando história sem fim, dele e de mim.

Julgando mal você gasta tempo e energia ao invés de levar a magia ao irmão seu.

Quando não souber o que falar não fale nada, então não venha me
Ocupar apontando defeito dos outros, como se isso fosse normal,
Julgando-se perfeito, isso em si é um defeito e você pode ver.
Todos nós temos uma infinidade de defeitos, mas também temos qualidades que não
Dá nem pra contar.

Musica de Ponto de Equilibrio – Coisa feia
A musica trata de um dos maiores defeitos que nós, seres humanos temos. fica ae então a letra para ser refletida.
ponto

Posado por Teiverson Alves.

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Faroeste caboclo.. Filme? que massa!

Publicado por teiversonalves em Fevereiro 21, 2007

Uma tragédia greco-brasileira. Assim será o teor de “Faroeste Caboclo”, filme que tem como argumento a letra de mesmo nome da música épica da Legião Urbana.
O longa, que está em fase de produção, será dirigido por René Sampaio com base em roteiro de Paulo Lins (que escreveu “Cidade de Deus”).
“A história tem vários elementos da tragédia. Um herói que busca um caminho para viver, mas o destino o faz tomar outro rumo”, diz Sampaio, 33, sobre este que será seu primeiro longa-metragem. O orçamento de “Faroeste Caboclo” é de R$ 4 milhões (“O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” custou, por exemplo, cerca de R$ 5 milhões). Bianca de Felippes, produtora da Gávea Filmes, está atualmente em fase de captação de recursos. (Fonte Folha Online)

Videos Legião Urbana em animações.


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Velvet Revolver no Brasil.

Publicado por teiversonalves em Fevereiro 20, 2007

Formado pelos ex-gunners Slash, Matt Sorum e Duff McKagan, mais o guitarrista Dave Kushner (Suicidal Tendencies) e o frontman Scott Weiland (Stone Temple Pilots), o Velvet Vevolver começou em meados de 2002 quando Slash, Duff e Matt, acompanhados de Josh Todd e Keith Nelson tocaram juntos em um tributo a Randy Castillo, ex-baterista de Ozzy Osbourne, derrotado pelo câncer.
A banda está no brasil para abrir o show de Aerosmith no dia 13 de abril, será que vai dá massa?
Velvet

Postado por Teiverson Alves.

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