Quem não sabe pensar acredita no que pensa.

Quem sabe pensar desconfia do que pensa, e põe-se a repensar…

Arquivo da categoria ‘Liberdade’

Misteriosa Atração

Publicado por teiversonalves em Maio 22, 2007

Vídeo um pouco antigo, mas muito bom. E como eu gosto muito, vou compartilhar com vocês aqui.
Salve, Salve Natiruts! Saudade Isabela Rocha…

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Eternamente cantarei a Paz

Publicado por teiversonalves em Abril 9, 2007

Quando surgir um tempo de esperança
Não vá pensar, não vá pensar
Que ao virar a esquina haverá mudança
Brilharemos pelos que virão por causa de nós
E da intervenção divina
Que abençoou a claridez da nossa sina
Canções ao violão libertando o coração
Deus perdoe a pobreza da nobreza
Deus proteja a vida de quem quer que seja
Eu eternamente cantarei a paz
Eu eternamente cantarei amor[
Eu etenamente cantarei para você mãe natureza
E quando o amor bater não vou deixar fugir
E a luz da esperança vai reacender
Do infinito a força para reagir e sumir com a dor.
paz

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Rivalidade dos Gênios

Publicado por teiversonalves em Março 6, 2007

Além de Mona Lisa, outra grande obra-prima da Renascença está completando 500 anos: Davi, escultura de Michelangelo Buonarroti. A República de Florença transformou o personagem do Antigo Testamento em símbolos: assim como o pequeno Davi venceu o gigante Golias, a república florentina seria capaz de enfrentar inimigos mais poderosos. Verrochio (o mestre de Leonardo) e Donatello representam Davi depois da luta, com a cabeça decapitada de Golias e seus pés. Michelangelo preferiu retratar o momento antes da batalha – seu Davi traz ao ombro a atiradeira com que derrubará o inimigo. Rafael e Michelangelo foram os grandes rivais de Leonardo da Vinci. Eram mais jovens – e mais produtivos. O pintor e biógrafo Giorgio Vasari registra a rivalidade entre Michelangelo e Leonardo – criada, segundo ele, pela maledicência dos florentinos. Michelangelo tinha uma personalidade mais austera do que o extravagante Leonardo. Os dois, porém, compartilhavam uma certa atitude de independência artítisca. Caprichoso e pouco confiável quanto a prazos e realizações, Leonardo pulo de cidade em cidade para conquistar posições. Michelangelo serviu aos papas Julio II e Leão X (que pertencia a poderosa família Medici, de Florença), mas esteve sempre as turras com eles.
davi

Teiverson Alves.

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O bem necessário

Publicado por teiversonalves em Fevereiro 22, 2007

Um bom livro a gente nunca esquece. Porque o livro é como o amor: surpeender, emociona, ensina sobre nós mesmo. O livro sempre enriquece a gente, e a riqueza que dele colhemos ninguém pode tirar. Livro não é despesa; livro é investimento. E a vida sem livro é um deserto, uma página em branco. O livro é um amigo que fala no silêncio. Que está sempre ‘a sua espera. Não é por acaso que tem orelha. Dentro dele você pode guardar uma carta de amor, um convite para uma festa.
Só o livro tem cheiro de papel novo, o aroma e a força das velhas histórias e dos grandes conhecimentos.
E o livro agente pode levar no bolso, como os sentimentos na alma e a esperança nos olhos. O livro tem um papel essencial na formação das pessoas como cidadãos. É tão valioso e querido que nunca dizemos minha música de cabeceira, meu brinquedo de cabeceira, mais sim meu livro de cabeceira.
Ninguém pergunta para as pessoas qual gibi, qual marca de tênis ou qual jogo elas levariam para uma ilha deserta, mais qual livro. Livro de fotos, de poesia, de matemática, de aventura, de culinária, de piadas, de computação. Livro, no dicionário, está perto de “livre”; na vida, está colocado ‘as asas da liberdade. Não é por acaso que dizemos que a nossa vida daria um livro. Ou que ela é um livro aberto. Nada substitui o livro. Porque nenhum outro bem vale por toda vida.
livro

Postado por Teiverson Alves.

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O Homem que calculava

Publicado por teiversonalves em Fevereiro 21, 2007

Homem que Calculava é um livro de Malba Tahan (heterônimo de Júlio César de Melo e Sousa) que narra as aventuras e proezas matemáticas do “calculista” persa Beremiz Samir no século XIII.
malba
O livro apresenta de forma romanceada alguns problemas, quebra-cabeças e curiosidades da matemática. Em certa passagem narra, inclusive, uma das lendas da origem do jogo de xadrez. Ao longo da leitura também se vai conhecendo alguns costumes da cultura Islã.

De forma inovadora, relata o valor da mulher e cita Hipátia de Alexandria como um dos expoentes. O livro tem traduções em diversas línguas

Problemas
Alguns dos problemas apresentados no livro são:

A divisão dos 35 camelos
Três irmãos haviam recebido uma herança de 35 camelos do pai, sendo a metade para o mais velho, a terça parte para o irmão do meio e a nona parte para o irmão mais moço.
Os Quatro Quatros
Como escrever com operações matemáticas os números de 1 a 10 utilizando quatro números 4.

Vale a pena ler!

Postado por Teiverson Alves.

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