Arquivo da categoria ‘História’
Publicado por teiversonalves em Maio 23, 2007
Entre os meses de maio e julho a cidade de São Paulo será palco da exposição pioneira. Trata-se da mostra “A Arte no Egito no Tempo dos Faraós”, em que pela primeira vez estarão expostas no Brasil 56 peças da milenar civilização do Egito Antigo, trazidas diretamente do acervo do Museu do Louvre em Paris.

A exposição faz um panorama da arte durante 3.000 anos de uma das primeiras civilizações da história.
Inserido no contexto do Modo de Produção Asiático, o Egito antigo conviveu com as outras civilizações localizadas nas proximidades do Mediterrâneo Oriental consideradas as primeiras da história, como as que se desenvolveram na Mesopotâmia e na Palestina, além de fenícios e persas.
O estudo da história egípcia nos tempos modernos, começou com a descoberta da pedra de Rosetta e a interpretação dos hieróglifos pelo historiador francês Jean François Champollion (1790-1832), que em 1826 pediu ao rei Carlos X, da França, para começar uma coleção de antiguidades egípcias no Louvre, que hoje conta com mais de 60 mil itens.

A evolução política do Egito tem como antecedente a formação dos nomos (pequenas unidades políticas formadas pelas comunidades sedentarizadas nas margens do rio Nilo), que se unificaram formando dois reinos distintos no sul e no norte.
Por volta de 3200 a.C. o faraó Menés conseguiu unificar os dois reinos, estabelecendo a capital em Tinis, o que marca o início da fase do Antigo Império Egípcio. Nessa fase, entre 2700 e 2600 a.C., foram construídas as gigantescas pirâmides de Gizé, atribuídas aos faraós Queóps, Quefrém e Miquerinos e a capital do império foi transferida para Menfis.
Após um breve período em que perderam parte do poder para os nomarcas, os faraós voltaram a se fortalecer, iniciando o Médio Império, que partindo da nova capital Tebas, conquistou a Palestina e a Núbia. Esse período é também marcado pela chegada dos hebreus em 1800 a.C. e pela invasão dos hicsos, que dominaram o Egito até o início do Novo Império em 1580 a.C.
LOCAL E DATA DA EXPOSIÇÃO
Museu de Arte Brasileira da FAAP,
Rua Alagoas, 903
De terça a sexta, das 10h às 21h.
Sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h.
Entrada gratuita
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Publicado por teiversonalves em Maio 8, 2007
As mentes mais brilhantes da Grécia antiga já haviam discutido profundamente a questão do discurso e sua correspondência com a realidade, ou para ser mais radical com a verdade. Para Protágoras “O Homem é a medida de todas as coisas”. “Do ser das coisas que são e do não-ser das coisas que não são”. Esta Tese deu margem para os retóricos influenciarem a política e jurisprudência nas ágoras gregas. Platão em suas narrativas socráticas se contrapôs a essa corrente com sua tese na qual defendia através da dialética (diálogo ético no qual a verdade surge pelo contraposição de idéias divergentes), que a verdade está no mundo das idéias e que só a mente desprovida de arrogãncia e com a finalidade de atingir a verdade e o bem alcança a essência verdadeira das coisas do mundo. (este resumo que fiz sobre o platonismo é reducinista e precário, mas enfim). Aristóles, “pai” da lógica clássica, conseguiu conciliar a retórica com o platonismo. Ele concebeu a idéia que o homem mede as coisas pelo seu discurso, porém há nas coisas qualidades que corresponde com este discurso na medida em que o conteúdo deste discurso são verdadeiras. O discurso formal pode ser verdadeiro ou falso na media em que o conteúdo deste discurso corresponde com a verdade dos fatos ou não. mas há discursos formais cujo a lógica formal é verdadeira porém os mesmos não correspondem com a realidade externas a eles.. Estes são os mais desvirtuados e perigosos… O homem mede e mesura tudo para entender e controlar. Na minha opinião, nomeamos tudo e estamos tacitamente em acordo com o que nomeamos, uma convenção. Entretanto a essência do ser, por se alterar e por não podermos apreendê-la, será sempre um mistério. Por isso a ciência não pára de pesquisar, e em cada resposta encontrada surge uma nova pergunta. Minha opinião está muito próxima da corrente dos Céticos gregos que afirmaram que “O ser não é, e mesmo que o ser fosse, ele não poderia ser conhecido. E mesmo que o ser pudesse ser conhecido este conhecimento não poderia ser comunicado”

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Publicado por teiversonalves em Abril 9, 2007
Quando surgir um tempo de esperança
Não vá pensar, não vá pensar
Que ao virar a esquina haverá mudança
Brilharemos pelos que virão por causa de nós
E da intervenção divina
Que abençoou a claridez da nossa sina
Canções ao violão libertando o coração
Deus perdoe a pobreza da nobreza
Deus proteja a vida de quem quer que seja
Eu eternamente cantarei a paz
Eu eternamente cantarei amor[
Eu etenamente cantarei para você mãe natureza
E quando o amor bater não vou deixar fugir
E a luz da esperança vai reacender
Do infinito a força para reagir e sumir com a dor.

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Publicado por teiversonalves em Abril 5, 2007

A banda Natiruts traz consigo a carreira independente, volta a fortalcer esse seguimento, a banda também sempre procura fortalecer a identidade com o publico, deixando de lado esse programa de domingo, em ir na tv para vender discos. Você escuta o som dos caras e gosta, então vai lá e compra o cd original, e isso é bem verdadeiro, deixando de ser essa a panela que rola nas gravadoras. A galera do reggae já diz tudo, não está muito ligado no que está rolando na tv, não deixa a tv influenciar colocando coisa na goela, o pessoal geralmente já tem uma personalidade formada. A cultura reggae associa a música com o público e mas nada, e a mídia também não reverencia os acontecimentos do reggae, a mídia não noticia que por exemplo, tem banda de reggae que vende 10 mil discos idependentes, pra você ter uma idéia, 10 mil cópias vendidades independente equivale monetáriamente a 100 mil cópias em uma gravadora. O reggae continua no underground e vai se manter. O público está cedento de reggae, pois traz uma mensagem positiva e traz coisas boas, pra quem pensa que a energia é só aquele pula-pula se engana, o reggae é mais consciente, uma energia diferenciada, uma energia positiva de maturidade. Muitas pessoas se baseiam sua formação em letras de músicas, então a banda procura passar mensagens verdadeiras, sem pretenção, não visando ensinar, mais só em ser verdadeiro. Precisamos ter uma cabeça bacana, com uma identidade brasileira dentro dela, mesmo que as vezes nos americanizamos por música, roupas, entre outras coisas.
Então, Escute reggae..
Através do reggae consigo sorrir, sentir paz de espírito. Quando escuto umas pedras sinto-me solto, relaxado… viajo. Não consigo pensar em maldade, somente coisas boas me vêm a cabeça. É um breve momento em que desapareço da terra, fecho os olhos e me esqueço das coisas externas a minha volta. Está sendo tipo que uma escada para encontrar o amor e chegar ao soberano. Em analogia comparativa aos diretórios existentes nos micros, assim estariam localizadas minhas pastas: C:\Deus\amor\reggae . Reggae: quase uma religião, melodia divina, uma Bíblia musical… Espero que você, não importa a maneira, sinta o verdadeiro amor. Descubra algo que te toque a alma, que te faça, mesmo que por um breve instante, feliz sem deixar alguém triste. Pois esse pode ser o curinga, o transporte, o que te elevará ao próximo diretório, bem próximo do diretório raiz… sugestão: Já experimentou escutar Bob Marley?
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Publicado por teiversonalves em Abril 4, 2007
Existem pessoas que se acostumaram com a idéia de que só vão ter paz depois que acabar o caos que está acontecendo no planeta, dessa forma, um dia ela vai conseguir a paz – Nunca.
A paz existe sim, mais não está em tratado, em leis ou em qualquer outro tipo de documento, a verdadeira paz encontra-se dentro de nós. Cada um tem que fazer sua parte, sendo assim, a paz reinaria no mundo, no entanto,
outras coisas manipulam a mente do ser humano para que não tenha paz, dessa forma, não será fácil ter paz quando outras coisas que valorizamos mais na terra toma o poder de nossa mente, como uma pessoa cheia de ambições. Como uma pessoa vai ter paz, se ela é ambiciosa? Ela sempre vai está pensando em ser ou não ser quem ela quer, então, isso impede a verdadeira paz.
Temos, como exemplo, os Estados Unidos, a Rússia, a Inglaterra e muitos outros que querem pela força dominar o mundo, apoderar-se. Por isso há guerras, porque um país, por pequeno que seja, se faz respeitar pelo invasor.
É até ridículo e vergonhoso ouvir aos grandes intelectuais falar de paz, sem terem eles um momento de paz dentro de si mesmos. Este tipo de ignorantes crê que a paz é conseguida com discursos e palavras rebuscadas em enciclopédias, dicionários, estando por dentro podres de orgulho, vinganças, medo; e o pior de tudo é que ignoram seu estado interior e se crêem super-homens.
A paz. Fala-se muita da paz. Porém, a paz fora de nós não é verdadeira. Conseguimo-la dentro de nós, se de verdade trabalhamos, tirando os agregados psíquicos, tais como o ódio, a vingança, cobiça, orgulho, etc, etc. Não existe outra fórmula que possa servir à humanidade. Então, devemos encontrar nossa paz, apartir disso, propagar a mesma.

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Publicado por teiversonalves em Março 13, 2007
A identidade nacional brasileira foi construída sob o mito da democradia racial, ou seja, a crença de que somos uma nação onde todas as raças vivem em harmonia sem conflitos ou segregações. Diferentemente do que ocorreu nos Estados Unidos e na África do Sul, que tiveram um “racismo oficial”, a segregação racial nunca foi legalmente adotada pelo Brasil. E é essa uma das razões que fazem com que as reivindicações de movimentos sociais, entre elas a adorção de políticas públicas específicas para afrodescendentes, pareçam absurdas para grande parte da população brasileira.
Há alguns anos, descobriu-se que a diferença genética entre os mais diferentes grupos do mundo é muito pequena, o que derruba um outro mito: a existência das raças humanas. No entanto, quando as pessoas que defendem as cotas racias falam de de “raça”, estão dando um sentido político e social ao termo. Ou seja, referem-se as pessoas que se declaram ao IBGE como “pretas” ou “pardas”. Numa leitura política, essas duas categorias de cores são entendidas com oo segmento “negro” da população, pois as pesquisas mostram que as trajetórias das pessoas “pretas” e “pardas” são muito mais próximas de que a das “brancas”.
A desigualdade e a descriminação racias precisam ser corrigidas com políticas públicas e não só com a idéia de que somos um “paraíso racioal”. Por isso, a política de cotas tem adotado o critério da autoclassificação, dentro de um contexto de construção da identidade negra.
A associação de qualidades negativas a imagem da população negra alimenta o preconceito, até mesmo entre negros(as). Afinal, não é nada agradável ser sempre percebido como sujo, pobre e feio. Os livros escolares também não contribuem para uma educação que comtemple a diversidade de alunos que os ultilizam. Neles, negros são sempre escravos, passivos e nunca sujeitos da história. A população negra aparece em livros didáticos que tratam do Brasil Colônia. Fora desse período histórico, simplesmente não é retratada, desaparece como que num passe de mágica. Negros e negras vão de escravos a inexistentes. É preciso que muita coisa mude para que a vergonha que muitos sentem se transforme em orgulho e impulsione mudanças sociais concretas. Necessitamos valorizar a cultura negra, resgatando a auto-estima dessa população. Precisamos nos conscientizar que ninguém é melhor que ninguém, somos apenas iguais nas diferenças.

Teiverson Alves.
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Publicado por teiversonalves em Março 10, 2007
Quem possui inteligência naturalista é capaz de identificar e classificar padrões na natureza. Essa inteligência – como todas as outras – tem sua origem no instinto de sobrevivência. Se realmente o homem fosse sengundo a teoria da evolução, o homem pré-histórico dependia de desse tipo de percpeção para identificar a flora e a fauna que podia ou não ser comida. Hoje, essa percepção nos permite interagir com o ambiente e entender o papel que ele desempenha em nossa vida. O naturalista Charles Darwin foi um pouco além: ao propor as bases da moderna teoria da evolução das espécies e do príncipio da seleção natural como seu mecanismo, ele revolucionou a forma como os ser humano vê a si próprio. Antes, era uma criação divina. Depois de Darwin, o homem encontrou seu lugar, apesar de que creio que isso foi apenas para confundir a humanidade, mais voltando ao assunto, sengudo Darwin, o homem encontrou seu lugar como um elo na cadeia evolutiva, cujas regras valem para todas as criaturas vivas. Ele formulou sua teoria após retornar de uma viagem ao redor do mundo, durante a qual coletou uma enormidade de espécies. Mas demorou duas décadas para publicar A origem das Espécies, o livro que mudou a sociedade e pensamentos modernos.

Teiverson Alves.
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Publicado por teiversonalves em Março 9, 2007
Você ficou sem entender bem o que aconteceu – conversou com uma pessoa que a tratou de maneirá ríspida, grosseira. Tentava provocá-la a todo instante, mas só você percebia. Não, você não está ficando paranóico, a violência verbal infelizmente existe e pode estar em qualquer lugar. A transgressão das regras verbais, um assunto que merece nossa reflexão, é invisível para muitos por não expor marcas físicas. Não obstante, as suas cicatrizes podem destruir vidas, se assim você for se deixar levar por elas. E ainda que passe socialmente despercebida e que seja tolerada para não romper estruturas, temos de discuti-la.
A violência verbal pode também estar camuflada, sendo mais comum do que podemos imaginar e a todo instante estamos sujeitos a recebê-las. E o que dizer da agressão verbal direta! Sabemos que as palavras tem poder para alegrar assim com tem poderes para machucar e são piores do que a agressão física, pois deixam marcas, as vezes, para sempre!
Na vida familiar as vezes é pouco reconhecida tornando assim comum entre o marido e a mulher, passando por seus filhos. Assim a violência praticada na fala, como usar palavras de baixo calão e falar com tom de voz elevado, em meio ao silêncio, sob domínio do medo, fragiliza as pessoas-agredidas. Embora esse tipo de agressão não tenha marcas evidentes, é tão grave quanto o ato físico. Temos de dizer um basta a esse tipo de atitude. Não basta chocar-mos-nos com atos de descriminação que incluem violência, principalmente as físicas, e horrorizarmo-nos com guerras, bombas, tiroteios e crimes hediondos e abandonarmos as agressões verbais.
Não, o mundo certamente será melhor quando cuidarmos para que nosso comportamento verbal reflita respeito pelo outro, permitindo diferenças individuais, quer nas opiniões, quer nas escolhas, traduzidas por elegante e civilzado discurso verbal.

Teiverson Alves.
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Publicado por teiversonalves em Março 8, 2007
“Que me perdoem as feias, mas beleza é fundamental”. A conhecida afirmação de Vinícius de Moraes, num barzinho qualquer, diante das paradisíacas praias de Ipanema, é síntese do pensamento de uma sociedade superficial, que qualifica a beleza física como essencial.
A beleza estética é passageira… o passar do tempo não apenas marca com rugas o rosto. Rugas parecidas surgem na alma humana. São rugas, que mais uma vez, trazem a conotação do pecado e das frustrações humanas, de quem viveu buscando um padrão de beleza e esqueceu de ser feliz.
A frase de Vinícius de Moraes perde seu sentido inicial e poderia ser modificada: “Que me perdoem os que pensam diferente, mas INTELIGÊNCIA É FUNDAMENTAL.
Inteligência é conhecer a realidade a sua volta, é voltar-se para os outros e ver muito além do superficial. Esta é a beleza que jamais desaparece. Por isso… Inteligência sim é fundamental. Antigamente, não a tanto tempo atrás, valorizava-se muito antes a conversa, pois assim um conhecia a beleza que era o outro, associo beleza com idéias, principalmente positivas, saber conversar, não ter aquela “velha opinião formada sobre tudo” como dizia o velho e bom Raul, e sim adquirir uma “ideologia própria”. Acho que é perguntar sobre o mundo e saber responder, isso sim é beleza …E mudando de assunto… beleza não é somente dinheiro, status, fama, isso é bom também para quem sabe usufruir com humildade, acreditando que nada é dele, mais sim Deus lhe deu apenas para coordenar aqui na terra, isso é óbvio, pois nada é realmente nosso aqui, fazemos apenas uso por um tempo, porém um dia vamos morrer, e levamos o quê? Nada! E para os que associam riqueza com felicidade sem Deus em primeiro lugar, estão apenas se enganando em mundo de ilusão, flashs e ambições pra quê? Como diz Humberto Gessinger, “Toda forma de poder é uma forma de morrer por nada”. Então creio que depois de acreditar em Deus como nosso único e verdadeiro Salvador, devemos procurar nossos valores psiquicos, encontrando o mesmo, a felicidade fluirá, o no mais, o que a gente quiser, nos será dado.

Teiverson Alves.
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Publicado por teiversonalves em Março 7, 2007
O que é?
O Folhainvest em Ação é um concurso promovido desde Agosto de 1998 pelo caderno de investimentos do jornal Folha de S.Paulo, o Folhainvest. Tem o apoio técnico da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) e como meta oferecer aos leitores do Folhainvest a oportunidade de conhecer o mercado de ações que, com aplicações virtuais, poderão testar seus conhecimentos para avaliar as empresas cotadas em Bolsa. Cada participante recebe ao se inscrever um capital ficticio de R$ 100.000,00 e mais 15 ações com melhor liqüidez. O seu objetivo é o de obter a melhor rentabilidade de sua carteira, em cada período, através de operações de compra e venda de ações.
É muito bom isso, além de saber o que acontece nesse mundo de investimento das multinacionais, é muito divertido, eu recomendo, basta um cadastro simples e mente na obra. rs. Além disso tem uma premiação, que oferece pacotes como viajem turística, segue abaixo as premiações.
Premiação
1º Lugar do ano
Pacote turísitico de uma semana, com direito a acompanhante, para o Complexo Turístico de Sauípe (Bahia – Brasil), (fornecido pela Fator) e 3 meses grátis do sistema Enfoque Cotações Tempo Diferido (fornecido pela Enfoque).
1º Lugar do mês
Passagem de ida e volta para qualquer cidade brasileira atendida pela TAM (fornecido pela TAM) e uma assinatura de 3 (três) meses do sistema Enfoque Cotações Tempo Diferido (fornecido pela Enfoque).
1º ao 100º Lugar do mês
Seminário sobre “A Estrutura do Mercado de Ações” (fornecido pela BOVESPA).
1º Lugar Semestral por Região
Uma viagem para SP, (fornecida pela Bolsa de Valores da respectiva região), um curso na BOVESPA e um pernoite (fornecidos pela BOVESPA) e uma assinatura de 3 (três) meses do sistema Enfoque Cotações Tempo Diferido (fornecido pela Enfoque).

O Site é http://emacao.folha.uol.com.br
Teiverson Alves.
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