Quem não sabe pensar acredita no que pensa.

Quem sabe pensar desconfia do que pensa, e põe-se a repensar…

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Sou louco por sexo e você? [+ 18 anos]

Publicado por teiversonalves em Maio 2, 2007

Acho perturbador quando alguém me diz o seguinte: “O sexo para mim é só um complemento do relacionamento…”. Particularmente, eu não acredito nisso. Para mim o sexo é essencial numa relação. Se não há a química perfeita entre os corpos, esquece, não vai dar certo.

Sim, é muito mais prazeroso fazer amor do que fazer sexo. Quando encontramos o companheiro ideal, a cada entrelace de corpos há uma nova descoberta. Um toque sutil faz toda a diferença. A emoção do contato é mais intensa. Entregamos não só o nosso corpo ao ser amado, mas também libertamos nossa alma. Unidas, nossas almas proporcionam aos nossos corpos físicos momentos de intenso prazer.

Mas há um paradoxo. Com o tempo, a relação sempre corre o risco de cair numa rotina sufocante. Já não há mais motivos para a sedução. Os compromissos do dia a dia sufocam nossos desejos. E nossa intimidade acaba ficando insuportável.

Muitas vezes acontece de um de nós manter intacto o desejo intenso do sexo com amor, mas a outra parte mostra-se frígida, indiferente. Nessas horas, mais do que nunca, a única solução volta a ser o diálogo aberto e sincero. Você tem que dizer ao seu companheiro o que está acontecendo e o que está afetando a intimidade do casal. Juntos devem buscar uma solução; maneiras criativas de se cativar a libido do ser amado.

Dê um trato no seu visual. Compre ou alugue filmes eróticos e deixe fluir suas fantasias. Crie um clima para os momentos de prazer. Velas, incensos, músicas suaves, roupas especiais e a criatividade deve imperar neste momento especial.

Ouça o seu companheiro. Pergunte a ele qual sua fantasia mais secreta. Satisfaça-o sem receios ou medos. Diga a ele o que você tem vontade de fazer ou experimentar no sexo. Ousem, superem os seus limites, sempre dentro do respeito e do bom senso.

Na intimidade de um casal tudo é permitido. Entre quatro paredes tudo deve ser feito para a satisfação plena de ambos. Os dois merecem o máximo de prazer, mas com equilíbrio e harmonia.

Mudando o foco da questão, mas mantendo o mesmo espírito. Se você está sozinho por opção e adora viver suas experiências sexuais sem compromisso com sentimentos ou envolvimentos afetivos, vá em frente!

Mas, além de se cuidar no que se refere ao lado saúde – camisinha sempre! – , o mais importante é cuidar da sua cabeça e do seu bom senso.

Se você é adepto do sexo aberto, mudando freqüentemente de parceiro a cada final de semana, procure ao menos ser mais seletivo. Busque qualidade ao invés da quantidade. Mantenha um ou alguns parceiros fixos que estejam na mesma afinidade sexual com você.

Não importa se você curte um ou mais caras tudo ao mesmo tempo agora. O que importa é saber se entregar e valorizar o seu parceiro e a relação íntima de vocês.

Respeitar a si mesmo e respeitar quem você transa é fundamental. Se isso ocorre, o sexo acontece mais solto, mais prazeroso. Sem cobranças futuras, sem promessas. Deve-se imperar a amizade e o prazer, sem neuras ou paranóias. Olá Joãozinho, tá afim de uma boa foda hoje à noite? Sim, Mariozinho, tô afim. Pronto, curta ao máximo (claro, desde que você ao menos conheça bem a pessoa em questão).

Se o que rola é sexo grupal ou sexo “diferente” (fetiches), busque sua tribo através da internet ou de locais que você freqüenta. Conheça as pessoas reais e jogue limpo com elas. Se as afinidades íntimas realmente forem compatíveis, forme teu grupo e curta ao máximo os prazeres que todos podem proporcionar a todos.

Voltando ao casal apaixonado, a única coisa que não deve rolar, em hipótese alguma, é a traição sexual – a famosa “escapada”. Lembre-se que ao trair seu companheiro, você não está somente cometendo um ato “imoral”, mas sim estará havendo a falta do respeito e da confiança – ítens primordiais em qualquer tipo de relação. Confesse: você gostaria de descobrir que o teu cara tem outro na parada? Não, ninguém gosta disso.

Então, se o diálogo não funcionar, se as tentativas de se quebrar a rotina não surtirem efeito, se com o passar do tempo a força do amor e da amizade não for capaz de reverter essa situação, de duas alternativas há somente uma escolha: ou você abdica do sexo em prol dessa união; ou você parte para outra, sendo ao menos honesto para com seu companheiro e libertando-o para que ele também tenha a chance de um recomeço com um outro alguém. Pode parecer frio e calculista, mas acredite, o amor muitas vezes está no ato de deixar o ser amado livre para que ambos tenham as mesmas chances de encontrar o perfeito complemento. Não existe amor egoísta.
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Evidências de que a terra não tem bilhões de anos?

Publicado por teiversonalves em Abril 17, 2007

Tire sua conclusão e divulgue no blogue.

Achei o video muito interessante, onde se mostra com muita habilidade a defesa de um pensamento. Como não sou especialista em geologia ou química, confesso não ter agora capacidade de contra argumentar o vídeo. Portanto, a minha primeira impressão é de achar até mesmos plausível que o carvão mineral e o petróleo possam ser formados em pouco tempo. Se fabrica até mesmo diamante em laboratório.
Entretando, conforme a ciência, pelo método científico (“cético”), analiza os afatos e tira suas conclusões; enquanto que as pessoas com uma idéia pré-formada em entender o mundo, tentam achar fatos que sustentam a sua crença. Quando digo em idéia pré-formada, me refiro à idéia divulgada por outro método que não seja o científico, isto é, por um livro sagrado, por exemplo.

No caso deste vídeo, o que se percebe é o questionamento de todo um conceito muito bem estabelecido na ciência oficial, baseando-se nos experimentos desses pesquisadores. A explicação do movimento dos continentes foi possivelmente o ponto mais fraco do vídeo (aos meus olhos). Achei muito forçada.
Para se explicar o dilúvio em si, deve-se considerar muitos outros aspectos não abordados, inclusive a resistência das plantas a submersão em água, e não acho que um trabalho focando dados unicamente geológicos e mineralógicos sejam suficiente para derrubar todo um conceito muito bem aceito pela Ciência.
Os pesquisadores do vídeo mostraram nítida intensão em corroborar o que está escrito na Bíblia (um dos muitos livros sagrados do mundo), com seus dados (e suas idéias). E Ciência não se faz corroborando idéias formadas, e sim tirando conclusões do que é observado em experimentos dentro do método científico.

Inquisição é uma palavra um tanto quanto forte:
Uma idéia pode ser defendida, ao meu ver, utilizando-se duas ferramentas, não mutuamente exclusivas:
1- Informações técnicas e lógicas: é onde se explica por A + B como se chega a conclusão a ser defendida. Obviamente que explicar para o público coisas simples, que exige poucas informações técnicas, é muito mais fácil e convincente que explicar algo extremamente complicado, que exige anos de estudo e vários conceitos técnicos devidamente amadurecidos, por parte do público.
2- Retórica: é a habilidade de se comunicar, por parte do orador. É quando o orador advoga as suas idéias, sabe enchergar a situação do público e sabe manobrar todo mundo para conseguir a credibilidade necessária para implantar as suas idéias.

Eu costumo dar crediblidade às idéias defensáveis pelo método 1 aqui descrito. Gosto de correr atráz da literatura específica, de entender um monte de conceitos e de tirar as minhas conclusões. Apezar dos cientistas serem humanos, de errarem, de muitos serem mau intencionados, orgulhosos, “donos da verdade” e por aí vai; vejo no método científico algo muito mais confiável, em relação a origem de tudo, que pode ser o mesmo método da Bíblia por exemplo, no entanto com nominações diferentes, as quais são complicadas de entender com a parte cientifíca. Isso é uma opinião pessoal minha.
Agora, dizer por termos fortes que existe uma inquisição, passando a mensagem que na ciência existe um monte de mentiras, e etc. é muito mais retórico do que técnico, e por isso não dou credibilidade. Acho esse tipo de pensamento preconceituoso com a ideologia alheia, com um misto de revolta, e por isso que sou pé atráz com argumentos defendidos com muita retórica, porém com pouca coerência técnica.

Vejo que o cético analisa os fatos e tira conclusões.
O crente tem as conclusões e procura os fatos pra corroborá-la.

Como foi afirmado no início do texto.

No entanto, percebo que o melhor mesmo é acreditar em Deus e viver com simplicidade e humildade. Essas dúvidas só nos afasta da realidade em que vivemos.
Paz a todos.

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Seu relógio está certo?

Publicado por teiversonalves em Abril 16, 2007

Os pontuais que me desculpem, mas a resposta para a pergunta acima é não. Mesmo que você tenha acertado os ponteiros hoje pela manhã. isso porque o tempo é um conceito bem mais abstratos do que imaginamos. Para regular os relógios no mundo, o Internacional Bureau of Weights and Measures (Escritório Internacional de Pesos e Medidas), adotou em 1975 o UTC (Coordinated Universal Time – algo como “tempo coordenado universal”) como escala de tempo. Só que o UTC – uma fusão entre o tempo atômico e o tempo de rotação da terra – não é 100% preciso.

“A terra, por diversos motivos, mas principalmente por causa da energia que as marés roubam da rotação, está girando mais devagar”., diz Luiz Nunes de Oliveira, professor do Instituto de Física de São Carlos, da USP. Por isso, de tempos em tempos é preciso fazer um acerto: atrasa-se o relógio atômico em 1 segundo para que ele fique afinado com o tempo de rotação do planeta. Só que, entre um reparo e outro, os relógios atômicosacabam ficando um pouco adiantados, porém nunca mais que 1 segundo. Isso é pouco para nós, mas para setores que dependem da precisão dos relógios o desencontro de 1 segundo pode ser fatal. É o caso dos satélites, que num espaço de alguns instantes enviam e recebem toneladas de informações de um continente para outro. Até agora ninguém conseguiu encontrar a fórmula mágica para sincronizar os ponteiros. Enquanto isso, o tempo continua passando.

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